
Clube Ceticismo
Ceticismo Científico
Autor: Ricardo | Categoria: Ceticismo | Exibições: 22310 Comentários: 31

Cinzu
O que define um especialista?
É aquele que melhor domina um determinado assunto.
Quando procuramos o serviço de um especialista, suponhamos que o profissional que se capacitou e pratica aquela atividade no dia a dia, é o especialista daquele assunto.
Se eu sinto dor de dente, vou supor que a pessoa que fornecerá o melhor diagnóstico e tratamento será o dentista, e não o borracheiro.
É claro que os especialistas também erram. Para confirmar se o que ele está dizendo faz sentido, podemos confrontar com a opinião de outros profissionais da área.
“…podemos confrontar com a opinião de outros profissionais da área.” Mas como nós sabemos que os outros profissionais do mesmo campo não são pseudoespecialistas? Como se mede a expertise deles?
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/10/2025, 21:11

Fernando Silva
Se o assunto for importante e o leigo precisar de uma resposta para tomar uma decisão, resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas
Se “Resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas”, então como sabemos que a comunidade não está dominada por pseudocientistas ou pseudoexperts? Como se mede a expertise deles?
Fernando Silva e que, pelo contrário, não há indícios de que costumem falar besteira.
Como estamos falando de leigos, eles não terão regularidade em detectar as besteiras não óbvias, que são justamente os erros mais difíceis de se reconhecer.
Fernando Silva
Nos dois casos, ele deve aceitar que há mais chances de que estejam certos aqueles que estudaram aquele assunto a fundo do que ele
E como sabemos que aqueles que estudaram determinado assunto a fundo realmente o fizeram com eficácia? Estudar alquimia a fundo me deixaria com mais chances de estar certo sobre como transformar metais comuns em ouro do que o restante das pessoas que não estudou? Como sabemos que um paradigma não pode ser tão ineficaz em produzir conhecimento, mesmo com muito estudo, quanto a alquimia, a astrologia ou o xamanismo?
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/10/2025, 22:24

HuxleyFernando Silva
Se o assunto for importante e o leigo precisar de uma resposta para tomar uma decisão, resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas
Se “Resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas”, então como sabemos que a comunidade não está dominada por pseudocientistas ou pseudoexperts? Como se mede a expertise deles?Fernando Silva e que, pelo contrário, não há indícios de que costumem falar besteira.
Como estamos falando de leigos, eles não terão regularidade em detectar as besteiras não óbvias, que são justamente os erros mais difíceis de se reconhecer.Fernando Silva
Nos dois casos, ele deve aceitar que há mais chances de que estejam certos aqueles que estudaram aquele assunto a fundo do que ele
E como sabemos que aqueles que estudaram determinado assunto a fundo realmente o fizeram com eficácia? Estudar alquimia a fundo me deixaria com mais chances de estar certo sobre como transformar metais comuns em ouro do que o restante das pessoas que não estudou? Como sabemos que um paradigma não pode ser tão ineficaz em produzir conhecimento, mesmo com muito estudo, quanto a alquimia, a astrologia ou o xamanismo?
Repetindo: é uma aposta mais ou menos no escuro. Como, aliás, boa parte de nossas decisões ao longo da vida.
Há momentos em que não dá para empurrar com a barriga e é preciso escolher uma opção. E há outros em que podemos adiar a decisão ou o resultado não vai nos afetar.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/10/2025, 09:07

Aos teóricos da conspiração: você não é um iluminado, você não é um dos poucos que sabem, você não é especial, você não entende do assunto. Você apenas tem acesso à Internet.
Você apenas tem uma necessidade desesperada de sentir que controla sua vida.

Você apenas tem uma necessidade desesperada de sentir que controla sua vida.

0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 20/10/2025, 17:10

HuxleyFernando Silva
Se o assunto for importante e o leigo precisar de uma resposta para tomar uma decisão, resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas
Se “Resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas”, então como sabemos que a comunidade não está dominada por pseudocientistas ou pseudoexperts? Como se mede a expertise deles?Fernando Silva e que, pelo contrário, não há indícios de que costumem falar besteira.
Como estamos falando de leigos, eles não terão regularidade em detectar as besteiras não óbvias, que são justamente os erros mais difíceis de se reconhecer.Fernando Silva
Nos dois casos, ele deve aceitar que há mais chances de que estejam certos aqueles que estudaram aquele assunto a fundo do que ele
E como sabemos que aqueles que estudaram determinado assunto a fundo realmente o fizeram com eficácia? Estudar alquimia a fundo me deixaria com mais chances de estar certo sobre como transformar metais comuns em ouro do que o restante das pessoas que não estudou? Como sabemos que um paradigma não pode ser tão ineficaz em produzir conhecimento, mesmo com muito estudo, quanto a alquimia, a astrologia ou o xamanismo?
A Ciencia não é imune a tais coisas. É um risco, como disse o Fernando.
Pode ser que todos os especialistas de uma sub-area ou mesmo de toda uma disciplina estejam errados.
Tomei conhecimento, recentemente, que nos tempos de Ptolomeu, tomando-se em consideração a soma dos conhecimentos astronômicos da época, de que a teoria geocêntrica era mais plausível que a heliocentrica (!). E no entanto, sabemos agora que estava errada. Eis ai um bom exemplo.
Não me lembro se um ponto sequer na física de Aristóteles que estivesse correto. E estamos falando de uma das mentes mais inteligentes que já pisou no planeta.
A diferença é que, passado o tempo, estas coisas são corrigidas, na medida em que surgem evidencias suficientes para contradize-las e se possa bater o martelo em definitivo. Não se cristalizam e se fossilizam em dogmas.
Do contrario, haveriam ainda disputas entre geocentristas e heliocentristas.
Há varios outros exemplos. Na Astronomia teve o grande embate entre Shapley e Curtis. Tem o caso do Peter van de Kamp e a estrela de Barnard...
E hoje mesmo vemos a teoria das supercordas ir ficando na berlinda.
Há físicos que construiram toda uma carreira nisso. Há departamentos em universidades de topo 100% dedicados a esses estudos.
Imagine se no futuro descobrem que essa teoria não é muito melhor que astrologia, por exemplo. Parece ser o caso, pois há fortes indícios que seu poder preditivo é zero, ou seja, tão "eficaz" em fazer predições quanto a astrologia...
Então, respondendo a sua pergunta: como podemos saber (saber mesmo)? Em muitos casos, simplesmente não há como, nem mesmo recorrendo a experts. Teríamos que viajar para o futuro para saber.
Pergunto como haveriam Ptolomeu ou Aristóteles de saberem que estava errados?
Numa situação assim o maximo que da para fazer é manter a mente aberta a outras possibilidades e seguir experimentando e observando.
Mas mesmo considerando-se este risco, creio que não seria prudente descartar de bate-pronto o que diz um expert num assunto.
Note que aqui me refiro a especialistas de fato e direito. Não à aqueles autoproclamados "especialistas" que se veem aos montes hoje.
Isso não significa que não se possa duvidar, questionar. Mas há que ser honesto e questionar a si proprio tambem, em outras palavras, questionar seu questionamento.
E checar tudo, se ha disposição, capacidade e tempo para tanto: Pois dá muito, muito trabalho fazer isso com um mínimo de propriedade e decencia.
Pois no minimo, é suposto que aquele individuo gastou um bom tempo estudando e refletindo sobre o problema. possivelmente mais tempo do que aquele que questiona...
Não é nada fácil se atingir um equilíbrio em situações assim.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 21/10/2025, 05:03

[spoiler]
Uma aposta mais ou menos no escuro é, sem dúvida, um upgrade em relação a uma aposta completamente no escuro. Mas por que confiar nos autointitulados experts não seria um exemplo do segundo caso? Qual é o critério que justifica esse suposto upgrade?
Além disso, é estranho acreditar que exista uma crença racionalmente justificada por parte de pessoas comuns ao tomarem decisões que envolvem riscos sérios — como escolher em qual piloto confiar para voar — baseando-se em “apostas mais ou menos no escuro”.
Fernando Silva[/spoiler]Huxley
[quote=Fernando Silva]
Se o assunto for importante e o leigo precisar de uma resposta para tomar uma decisão, resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas
Se “Resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas”, então como sabemos que a comunidade não está dominada por pseudocientistas ou pseudoexperts? Como se mede a expertise deles?Fernando Silva e que, pelo contrário, não há indícios de que costumem falar besteira.
Como estamos falando de leigos, eles não terão regularidade em detectar as besteiras não óbvias, que são justamente os erros mais difíceis de se reconhecer.Fernando Silva
Nos dois casos, ele deve aceitar que há mais chances de que estejam certos aqueles que estudaram aquele assunto a fundo do que ele
E como sabemos que aqueles que estudaram determinado assunto a fundo realmente o fizeram com eficácia? Estudar alquimia a fundo me deixaria com mais chances de estar certo sobre como transformar metais comuns em ouro do que o restante das pessoas que não estudou? Como sabemos que um paradigma não pode ser tão ineficaz em produzir conhecimento, mesmo com muito estudo, quanto a alquimia, a astrologia ou o xamanismo?
Repetindo: é uma aposta mais ou menos no escuro. Como, aliás, boa parte de nossas decisões ao longo da vida.
Há momentos em que não dá para empurrar com a barriga e é preciso escolher uma opção. E há outros em que podemos adiar a decisão ou o resultado não vai nos afetar.
Uma aposta mais ou menos no escuro é, sem dúvida, um upgrade em relação a uma aposta completamente no escuro. Mas por que confiar nos autointitulados experts não seria um exemplo do segundo caso? Qual é o critério que justifica esse suposto upgrade?
Além disso, é estranho acreditar que exista uma crença racionalmente justificada por parte de pessoas comuns ao tomarem decisões que envolvem riscos sérios — como escolher em qual piloto confiar para voar — baseando-se em “apostas mais ou menos no escuro”.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 21/10/2025, 19:27

[spoiler]
[/spoiler]
Meu questionamento não é: “Como confiar numa comunidade de especialistas?”. Meu questionamento é: “Como saber se uma autointitulada comunidade de especialistas é, de fato, uma comunidade de especialistas?”. Quando alguém afirma que “pode ser que todos os especialistas de uma subárea ou mesmo de toda uma disciplina estejam errados”, já está partindo do pressuposto de que existe um critério razoável para identificar quem são os especialistas. E é justamente sobre os detalhes desse critério que quero entender melhor.
fenrirHuxleyFernando Silva
Se o assunto for importante e o leigo precisar de uma resposta para tomar uma decisão, resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas
Se “Resta-lhe pesquisar por indicações de que os cientistas citados são reconhecidos como experts pela comunidade de cientistas”, então como sabemos que a comunidade não está dominada por pseudocientistas ou pseudoexperts? Como se mede a expertise deles?Fernando Silva e que, pelo contrário, não há indícios de que costumem falar besteira.
Como estamos falando de leigos, eles não terão regularidade em detectar as besteiras não óbvias, que são justamente os erros mais difíceis de se reconhecer.Fernando Silva
Nos dois casos, ele deve aceitar que há mais chances de que estejam certos aqueles que estudaram aquele assunto a fundo do que ele
E como sabemos que aqueles que estudaram determinado assunto a fundo realmente o fizeram com eficácia? Estudar alquimia a fundo me deixaria com mais chances de estar certo sobre como transformar metais comuns em ouro do que o restante das pessoas que não estudou? Como sabemos que um paradigma não pode ser tão ineficaz em produzir conhecimento, mesmo com muito estudo, quanto a alquimia, a astrologia ou o xamanismo?
A Ciencia não é imune a tais coisas. É um risco, como disse o Fernando.
Pode ser que todos os especialistas de uma sub-area ou mesmo de toda uma disciplina estejam errados.
Tomei conhecimento, recentemente, que nos tempos de Ptolomeu, tomando-se em consideração a soma dos conhecimentos astronômicos da época, de que a teoria geocêntrica era mais plausível que a heliocentrica (!). E no entanto, sabemos agora que estava errada. Eis ai um bom exemplo.
Não me lembro se um ponto sequer na física de Aristóteles que estivesse correto. E estamos falando de uma das mentes mais inteligentes que já pisou no planeta.
A diferença é que, passado o tempo, estas coisas são corrigidas, na medida em que surgem evidencias suficientes para contradize-las e se possa bater o martelo em definitivo. Não se cristalizam e se fossilizam em dogmas.
Do contrario, haveriam ainda disputas entre geocentristas e heliocentristas.
Há varios outros exemplos. Na Astronomia teve o grande embate entre Shapley e Curtis. Tem o caso do Peter van de Kamp e a estrela de Barnard...
E hoje mesmo vemos a teoria das supercordas ir ficando na berlinda.
Há físicos que construiram toda uma carreira nisso. Há departamentos em universidades de topo 100% dedicados a esses estudos.
Imagine se no futuro descobrem que essa teoria não é muito melhor que astrologia, por exemplo. Parece ser o caso, pois há fortes indícios que seu poder preditivo é zero, ou seja, tão "eficaz" em fazer predições quanto a astrologia...
Então, respondendo a sua pergunta: como podemos saber (saber mesmo)? Em muitos casos, simplesmente não há como, nem mesmo recorrendo a experts. Teríamos que viajar para o futuro para saber.
Pergunto como haveriam Ptolomeu ou Aristóteles de saberem que estava errados?
Numa situação assim o maximo que da para fazer é manter a mente aberta a outras possibilidades e seguir experimentando e observando.
Mas mesmo considerando-se este risco, creio que não seria prudente descartar de bate-pronto o que diz um expert num assunto.
Note que aqui me refiro a especialistas de fato e direito. Não à aqueles autoproclamados "especialistas" que se veem aos montes hoje.
Isso não significa que não se possa duvidar, questionar. Mas há que ser honesto e questionar a si proprio tambem, em outras palavras, questionar seu questionamento.
E checar tudo, se ha disposição, capacidade e tempo para tanto: Pois dá muito, muito trabalho fazer isso com um mínimo de propriedade e decencia.
Pois no minimo, é suposto que aquele individuo gastou um bom tempo estudando e refletindo sobre o problema. possivelmente mais tempo do que aquele que questiona...
Não é nada fácil se atingir um equilíbrio em situações assim.
[/spoiler]
Meu questionamento não é: “Como confiar numa comunidade de especialistas?”. Meu questionamento é: “Como saber se uma autointitulada comunidade de especialistas é, de fato, uma comunidade de especialistas?”. Quando alguém afirma que “pode ser que todos os especialistas de uma subárea ou mesmo de toda uma disciplina estejam errados”, já está partindo do pressuposto de que existe um critério razoável para identificar quem são os especialistas. E é justamente sobre os detalhes desse critério que quero entender melhor.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 21/10/2025, 19:48

Sr. HuxleyUma aposta mais ou menos no escuro é, sem dúvida, um upgrade em relação a uma aposta completamente no escuro. Mas por que confiar nos autointitulados experts não seria um exemplo do segundo caso? Qual é o critério que justifica esse suposto upgrade?
Além disso, é estranho acreditar que exista uma crença racionalmente justificada por parte de pessoas comuns ao tomarem decisões que envolvem riscos sérios — como escolher em qual piloto confiar para voar
Porque como já foi mencionado antes, tem essencialmente 2 #s de situações.
- Que não nos afetam diretamente. Tipo mera curiosidade intelectual.
- De caráter prático onde temos que decidir, se não se cairiamos em paralisia à l'âne de Buridan.
No seu exemplo de aeroplano:
(i) proprietário de aeroplano vai procurar contratar piloto que tenha boa recomendação ou curriculum;
(ii) se for fretar táxi aéreo só se for um GRANDE CLIENTE pra deixarem escolher;
(iii) em linha regular nem fica sabendo — se tiver algum tipo de fobia quanto a isso não viaja.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 21/10/2025, 19:52

Gorducho
(i) proprietário de aeroplano vai procurar contratar piloto que tenha boa recomendação
E como sabemos se uma pessoa ou comunidade é realmente especialista em recomendar bons especialistas em pilotagem de avião?
Gorducho
ou curriculum;
Todo profissional que atua em uma área há algum tempo tem um currículo, independentemente de ser ou não um especialista. Sendo assim, qual é o conteúdo específico do currículo que comprova que a pessoa é realmente um especialista em pilotagem de avião?
Gorducho
(ii) se for fretar táxi aéreo só se for um GRANDE CLIENTE pra deixarem escolher;
(iii) em linha regular nem fica sabendo [/list]
Não escolher o piloto de um voo comercial não é o mesmo que não escolher a lista restrita de pilotos autorizados a pilotar o avião do seu voo. Ao escolher uma companhia aérea para viajar, a pessoa está automaticamente escolhendo essa lista restrita.
Gorducho — se tiver algum tipo de fobia quanto a isso não viaja.
Isso não é uma questão de ter ou não fobia de voar. O medo pode ser nulo ou quase inexistente se o passageiro tiver quase certeza de que o piloto concluirá o voo em segurança. Sendo assim, a pergunta que deve ser respondida é: como ele tem essa quase certeza?
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 22/10/2025, 11:51

Não tem como "saber" e não vai...
Vai decidir porque geneticamente tamos configurados pra decidir quando necessário. Caso contrário seria a paralisia que citei (= l'Âne de Buridan).
≠ entre
· ações práticas necessárias pra se viver;
e
· armchair philosophy ou mera curiosidade intelectual.
De novo no caso do seu exemplo aeronáutico:
·pelas referências ou curriculum do piloto se for o proprietário;
·pelas estatísticas da Cia. seja de Táxi Aéreo seja de linha.
Ou então não viaja via aérea. Perde emprego/cargo (note que nem Presidente de grande Empresa vai poder se importar c/isso :!: ) e só de desloca por superfície, limitado a onde for possível ir. Simples...
Vai decidir porque geneticamente tamos configurados pra decidir quando necessário. Caso contrário seria a paralisia que citei (= l'Âne de Buridan).
≠ entre
· ações práticas necessárias pra se viver;
e
· armchair philosophy ou mera curiosidade intelectual.
De novo no caso do seu exemplo aeronáutico:
·pelas referências ou curriculum do piloto se for o proprietário;
·pelas estatísticas da Cia. seja de Táxi Aéreo seja de linha.
Ou então não viaja via aérea. Perde emprego/cargo (note que nem Presidente de grande Empresa vai poder se importar c/isso :!: ) e só de desloca por superfície, limitado a onde for possível ir. Simples...
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 22/10/2025, 12:06