
Clube Ceticismo
Direita, esquerda e centro
Autor: Johnny | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 286075 Comentários: 197

Oliver Cromwell estava alinhado com o parlamento. Apesar do poder absoluto, não havia divergência entre eles. Para o parlamento foi bom.
O que está acima é uma falsificação clara da história. Cromwell confrontou, dissolveu e governou em diversos momentos contra o parlamento.
O próprio Grok disse que Carlos II teve mais cuidado.
Observação trivial. Em monarquias absolutistas com histórico de contestações impactantes, os monarcas absolutistas variam em linha-durice. Ser menos linha-dura do que Oliver Cromwell não fez de Carlos II um seguidor da monarquia parlamentarista constitucional.
A mera existência da Lei Trienal, mesmo que não cumprida, é sinal de mudança gradual.
A diferença entre lei “letra morta” e lei inexistente é tão pequena que chega a ser risível.
A Carta de Direitos tinha o risco de ter o mesmo destino.
Um risco que não virou fato de sinistro. Em matéria de monarquia parlamentarista constitucional, como escreveram Acemoglu e Robinson, Guilherme de Orange excedeu as expectativas da lei escrita, o que foi o inverso do caso de Carlos II.
Sancionar significa apenas dar joinha. O primeiro primeiro-ministro do RU surgiu durante o reinado de Jorge I. Começou como sendo o cara responsável por levar os papéis das decisões do parlamento para sua majestade sancionar. O rei naquela situação não tinha muita objeção.
Além de sancionar leis, Jorge I ainda nomeava e demitia ministros (com limites políticos) e influenciava questões internacionais. Que problema tem no poder dele ter sido tão limitado? Numa monarquia parlamentarista (como o Reino Unido), é desejável que o poder real de governo do chefe de governo (o primeiro-ministro) seja muito maior do que o do chefe de Estado (o rei ou a rainha). O ponto é que mesmo tendo esse poder tão limitado, ele não foi o primeiro atuar como monarca parlamentarista constitucional no Reino Unido após a Revolução Gloriosa. Basta ver o caso de Guilherme de Orange.
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Data da postagem: 26/04/2025, 23:46
Por muito tempo andei discordando da maneira como os espectros políticos são descritos. A meu ver há sim uma grande tendência em colocar fascismo e nazismo em lados opostos ao marxismo e maoísmo, por exemplo. Até onde sei e pesquisei, existem várias semelhanças fundamentais entre o nazifascismo e o socialismo. O próprio Mussolini já deixou registrado que sempre foi socialista, apesar de ter criado o fascismo. Mas até certo tempo atrás eu não tinha uma definição clara entre o que é realmente ser de esquerda e de direita. Apesar das definições variarem ao longo das épocas, ainda assim existem características fixas que determinam o que é ser de direita e de esquerda. Hoje eu tenho uma visão mais nítida sobre o que é realmente ser de direita e de esquerda de uma forma geral.
Acredito que as definições de esquerda e direita hoje são resultado dos eventos da 2ª guerra mundial e Guerra Fria. Depois que os soviéticos e aliados venceram a guerra, cada um começou a divulgar sua própria versão dos fatos. A meu entender, em maior parte, as definições criadas pelos soviéticos e seus descendentes são tendenciosas. Soviéticos faziam isso e usavam táticas de desinformação para afetar os países ocidentais. Toda essa ideologia esquerdista da américa latina de hoje é fruto de toda uma raiz que se estende a começar pelos anos 1920 em diante. Assim como, claro, o que os EUA e demais países similares se tornaram hoje. Portanto muitos dos conceitos dos quais acreditamos hoje em dia são frutos desses eventos. Se os eventos tivessem sido diferentes, os conceitos também teriam sido.
Abaixo fiz uma ilustração que mostra mais claramente como entendo hoje esses conceitos, em relação ao que se propaga e se acredita por aí (senso comum).

Hoje vejo que aquele Diagrama da Ferradura está errado, assim como o Diagrama de Nolan, pra mim são tendenciosos. Já acreditei neles no passado, hoje pra mim é uma armadilha teórica.
Esses diagramas aí pela internet tendem a ignorar as semelhanças de origem entre socialismo e fascismo. Aliás, eles têm o mesmo argumento de "intelectuais" de esquerda.
Na minha ilustração, a minha posição política está entre a parte da monarquia parlamentarista e anarco-capitalismo, variando entre centro e direita.
É porque existem aspectos dentro desse intervalo de espectros dos quais concordo, daí eu fico meio que vagando entre eles.
Mas nunca fui realmente de esquerda. Acreditei ter sido, mas nunca fui, de acordo com essa nova definição.
Não coloquei extrema direita e extrema esquerda na ilustração porque esses termos também são tendenciosos. "Intelectuais" (ahem, militantes) de esquerda usam esses termos para denegrir a oposição.
"Intelectuais" de esquerda são mais fanáticos e sonhadores, enquanto que os de direita se preocupam mais com questões práticas e são mais realistas.
Desde que abri os olhos para a realidade, parei de confiar nesses "intelectuais" aí. Porque a grande maioria não se passam de militantes.
Até porque a educação no Brasil é em média ruim, então não dá para confiar muito mesmo, ainda mais se for intelectual de humanas de universidade pública.
Não dá para confiar mesmo, pela forma como as áreas de humanas das universidades brasileiras foram infiltradas pela militância revolucionária.
As únicas áreas que prestam em universidades públicas são as exatas, não as de humanas. Porque a maioria de humanas vira militante.
Na ilustração o conceito de centro está mais para o anarquismo, que seria ideologicamente neutro. A anarquia absoluta seria o centro nesse contexto.
O centrão brasileiro é uma aberração política, pois partidos de centro além de não serem anarquistas ou libertários sempre tendem mais para direita ou esquerda de acordo com a conveniência.
Na verdade, eles tendem mais para dependendo de quem compra os políticos desses partidos, porque aqui no Brasil é assim, o centrão é comprado e ideologicamente fraco.
Por isso que eu não voto para partidos de centro, porque não dá para confiar. De esquerda, então, me desiludi completamente.
Aqui, o que seria a "extrema direita" ao invés do nazifascismo seriam as monarquias de séculos atrás e algumas modernas como a da Arábia Saudita.
Países que adotam Lei Sharia tendem a ser ultraconservadores, autoritários e anti-woke. Esquerdistas não entendem que a maioria dos muçulmanos não são como eles pensam que são.
Ainda assim defendem essas pessoas só porque a maioria é "pobre e oprimida" e por uma questão identitária ridícula. Progressistas são cegos quanto a isso.
Já o que seria a "extrema esquerda" como todos sabem, está sob a imagem do Marxismo e de alguns atuais governos como os da Venezuela, Cuba e Coréia do Norte.
Assim como foi a União Soviética e a China maoísta no passado. Aliás, esses países não são ou foram assim ruins porque o socialismo falhou.
Mas justamente porque o socialismo foi imposto em sua forma mais extrema. Por isso a vida foi e é no geral ruim neles.
Aliás, eu incluí movimentos identitários na mesma laia do fascismo, nazismo e integralismo porque esses movimentos têm caráter similar.
Veja, o nazismo defendia uma identidade ariana comum. O fascismo, do povo italiano às suas raízes romanas. O getulismo e integralismo, da "raça brasileira".
Os atuais movimentos identitários querem que pessoas fracassadas estejam acima dos considerados "opressores". São vingativos e invejosos.
Fascista não é exatamente sinônimo de opressor. Senhores de escravos foram opressores, mas eram fascistas? Não! Muitos reis foram opressores, mas fascistas? Não!
Apesar disso, coloquei Estado Étnico como sendo de direita, mas me referindo aos atuais como Japão, Letônia e Israel, que são claramente mais de direita.
Portanto não confundir estados étnicos atuais dos regimes identitários do passado, quando o fascismo estava em moda na Europa, entre os anos 20 e 40.
O Nacional Capitalismo não é uma ideologia popular, é o Nacional Socialismo ao avesso, numa versão capitalista empresarial e conservadora.
Já a liberal democracia é o exato oposto da social democracia. Enquanto a social democracia é socialista e é estado inchado, a liberal democracia é capitalista e estado mínimo.
Por exemplo, PT e PDT são essa social democracia cara e ineficiente, além de corrupta. Já partidos como NOVO seriam a liberal democracia, que prezam por um estado menor.
No Brasil temos uma direita conservadora liderada pelo PL e outra liberal pelo NOVO, uma direita dividida que acaba dando brecha para a esquerda continuar forte.
Anarco-capitalismo é capitalismo sem estado, enquanto anarco-socialismo é socialismo sem estado. O conceito de sociedades voluntárias, sem imposição e burocracias de um estado.
Bem, é isso. Alguém aqui teria uma visão diferente da tradicional sobre o que é ser de direita e de esquerda?
Acredito que as definições de esquerda e direita hoje são resultado dos eventos da 2ª guerra mundial e Guerra Fria. Depois que os soviéticos e aliados venceram a guerra, cada um começou a divulgar sua própria versão dos fatos. A meu entender, em maior parte, as definições criadas pelos soviéticos e seus descendentes são tendenciosas. Soviéticos faziam isso e usavam táticas de desinformação para afetar os países ocidentais. Toda essa ideologia esquerdista da américa latina de hoje é fruto de toda uma raiz que se estende a começar pelos anos 1920 em diante. Assim como, claro, o que os EUA e demais países similares se tornaram hoje. Portanto muitos dos conceitos dos quais acreditamos hoje em dia são frutos desses eventos. Se os eventos tivessem sido diferentes, os conceitos também teriam sido.
Abaixo fiz uma ilustração que mostra mais claramente como entendo hoje esses conceitos, em relação ao que se propaga e se acredita por aí (senso comum).

Hoje vejo que aquele Diagrama da Ferradura está errado, assim como o Diagrama de Nolan, pra mim são tendenciosos. Já acreditei neles no passado, hoje pra mim é uma armadilha teórica.
Esses diagramas aí pela internet tendem a ignorar as semelhanças de origem entre socialismo e fascismo. Aliás, eles têm o mesmo argumento de "intelectuais" de esquerda.
Na minha ilustração, a minha posição política está entre a parte da monarquia parlamentarista e anarco-capitalismo, variando entre centro e direita.
É porque existem aspectos dentro desse intervalo de espectros dos quais concordo, daí eu fico meio que vagando entre eles.
Mas nunca fui realmente de esquerda. Acreditei ter sido, mas nunca fui, de acordo com essa nova definição.
Não coloquei extrema direita e extrema esquerda na ilustração porque esses termos também são tendenciosos. "Intelectuais" (ahem, militantes) de esquerda usam esses termos para denegrir a oposição.
"Intelectuais" de esquerda são mais fanáticos e sonhadores, enquanto que os de direita se preocupam mais com questões práticas e são mais realistas.
Desde que abri os olhos para a realidade, parei de confiar nesses "intelectuais" aí. Porque a grande maioria não se passam de militantes.
Até porque a educação no Brasil é em média ruim, então não dá para confiar muito mesmo, ainda mais se for intelectual de humanas de universidade pública.
Não dá para confiar mesmo, pela forma como as áreas de humanas das universidades brasileiras foram infiltradas pela militância revolucionária.
As únicas áreas que prestam em universidades públicas são as exatas, não as de humanas. Porque a maioria de humanas vira militante.
Na ilustração o conceito de centro está mais para o anarquismo, que seria ideologicamente neutro. A anarquia absoluta seria o centro nesse contexto.
O centrão brasileiro é uma aberração política, pois partidos de centro além de não serem anarquistas ou libertários sempre tendem mais para direita ou esquerda de acordo com a conveniência.
Na verdade, eles tendem mais para dependendo de quem compra os políticos desses partidos, porque aqui no Brasil é assim, o centrão é comprado e ideologicamente fraco.
Por isso que eu não voto para partidos de centro, porque não dá para confiar. De esquerda, então, me desiludi completamente.
Aqui, o que seria a "extrema direita" ao invés do nazifascismo seriam as monarquias de séculos atrás e algumas modernas como a da Arábia Saudita.
Países que adotam Lei Sharia tendem a ser ultraconservadores, autoritários e anti-woke. Esquerdistas não entendem que a maioria dos muçulmanos não são como eles pensam que são.
Ainda assim defendem essas pessoas só porque a maioria é "pobre e oprimida" e por uma questão identitária ridícula. Progressistas são cegos quanto a isso.
Já o que seria a "extrema esquerda" como todos sabem, está sob a imagem do Marxismo e de alguns atuais governos como os da Venezuela, Cuba e Coréia do Norte.
Assim como foi a União Soviética e a China maoísta no passado. Aliás, esses países não são ou foram assim ruins porque o socialismo falhou.
Mas justamente porque o socialismo foi imposto em sua forma mais extrema. Por isso a vida foi e é no geral ruim neles.
Aliás, eu incluí movimentos identitários na mesma laia do fascismo, nazismo e integralismo porque esses movimentos têm caráter similar.
Veja, o nazismo defendia uma identidade ariana comum. O fascismo, do povo italiano às suas raízes romanas. O getulismo e integralismo, da "raça brasileira".
Os atuais movimentos identitários querem que pessoas fracassadas estejam acima dos considerados "opressores". São vingativos e invejosos.
Fascista não é exatamente sinônimo de opressor. Senhores de escravos foram opressores, mas eram fascistas? Não! Muitos reis foram opressores, mas fascistas? Não!
Apesar disso, coloquei Estado Étnico como sendo de direita, mas me referindo aos atuais como Japão, Letônia e Israel, que são claramente mais de direita.
Portanto não confundir estados étnicos atuais dos regimes identitários do passado, quando o fascismo estava em moda na Europa, entre os anos 20 e 40.
O Nacional Capitalismo não é uma ideologia popular, é o Nacional Socialismo ao avesso, numa versão capitalista empresarial e conservadora.
Já a liberal democracia é o exato oposto da social democracia. Enquanto a social democracia é socialista e é estado inchado, a liberal democracia é capitalista e estado mínimo.
Por exemplo, PT e PDT são essa social democracia cara e ineficiente, além de corrupta. Já partidos como NOVO seriam a liberal democracia, que prezam por um estado menor.
No Brasil temos uma direita conservadora liderada pelo PL e outra liberal pelo NOVO, uma direita dividida que acaba dando brecha para a esquerda continuar forte.
Anarco-capitalismo é capitalismo sem estado, enquanto anarco-socialismo é socialismo sem estado. O conceito de sociedades voluntárias, sem imposição e burocracias de um estado.
Bem, é isso. Alguém aqui teria uma visão diferente da tradicional sobre o que é ser de direita e de esquerda?
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Data da postagem: 03/09/2025, 22:51
Para deixar claro... Tanto as ideologias mais à direita quanto mais à esquerda são ruins, porque tendem ao autoritarismo e a limitar o indivíduo. Ideologias como marxismo tendem a limitar o indivíduo através do igualitarismo, mas ideologias como teocracias também acabam limitando o indivíduo ao que uma religião prega, incluindo as monarquias absolutistas do passado que também limitavam o indivíduo. Mas há outra parte que também é ruim, que é a mais ao centro, a anarquia. Nela o indivíduo tem liberdade total, mas não há controle sobre o que ele pode ou não fazer numa sociedade e isso acaba levando à criminalidade e um estado de caos.
Quanto a esses movimentos identitários modernos, assim como antifas, eles são em essência iguais aos fascistas, já que todos eles pregam um estado forte e interventor além de serem baseados no ódio e inveja. A maneira como o fascismo age e é definido não tem em nada a ver com uma direita, pois ele é derivado do marxismo e ainda por cima não é monarquista e nem teocrático, mas republicano. Ou seja, tudo mais a ver com um viés de esquerda. Ainda que em certos regimes tenham sido defendidas ideias como Deus, Pátria e Família, isso ainda é um conceito coletivista, não individualista, ao contrário dos ideais da centro-direita que são individualistas.
A direita mais à direita só defende Deus, Pátria e Família por causa do elemento teocrático que define uma direita mais ao extremo, por esta tender mais a uma religião dominante, dependendo do país.
Ou seja, você não pode confundir Deus, Pátria e Família com fascismo porque nem todos que defendem isso apoiam um regime fascista, nesse caso apenas tem um viés teocrático mais forte.
O fascismo defende Deus, Pátria e Família por ser coletivista herdado do socialismo e o conservadorismo ou teocracia por causa da religião, e não por um viés coletivista.
Ainda mantenho o meu viés de centro-direita por entender que esse é mais economicamente e socialmente eficiente como um todo à sociedade, dentro do que defini. A social-democracia que muitos ignóbeis por aí tendem a defender e achar justa acaba custando muito caro a países degenerados como o Brasil, desfavorecendo quem produz e favorecendo quem não produz, o que já é economicamente ruim, além de tender a gerar inflação e incentivar uma acomodação à dependência de programas sociais que favorecem essa politicagem que a gente tanto conhece e reclama. Quanto às ideologias mais extremas prefiro evitar, pois tendem a um desastre econômico e social.
Quanto ao viés mais ao meio prefiro ficar no máximo próximo ao anarcocapitalismo, a meio passo dele, não mais do que isso. Ou seja, o estado mínimo, não esse estado que atualmente nos faz trabalhar meses só para pagar imposto.
Se você chegar a alguém e essa pessoa te chamar de fascista só porque você tem um viés diferente do dela e que não seja o próprio fascismo, então ela tem QI baixo ou foi enganada ou mal é instruída.
Quanto a esses movimentos identitários modernos, assim como antifas, eles são em essência iguais aos fascistas, já que todos eles pregam um estado forte e interventor além de serem baseados no ódio e inveja. A maneira como o fascismo age e é definido não tem em nada a ver com uma direita, pois ele é derivado do marxismo e ainda por cima não é monarquista e nem teocrático, mas republicano. Ou seja, tudo mais a ver com um viés de esquerda. Ainda que em certos regimes tenham sido defendidas ideias como Deus, Pátria e Família, isso ainda é um conceito coletivista, não individualista, ao contrário dos ideais da centro-direita que são individualistas.
A direita mais à direita só defende Deus, Pátria e Família por causa do elemento teocrático que define uma direita mais ao extremo, por esta tender mais a uma religião dominante, dependendo do país.
Ou seja, você não pode confundir Deus, Pátria e Família com fascismo porque nem todos que defendem isso apoiam um regime fascista, nesse caso apenas tem um viés teocrático mais forte.
O fascismo defende Deus, Pátria e Família por ser coletivista herdado do socialismo e o conservadorismo ou teocracia por causa da religião, e não por um viés coletivista.
Ainda mantenho o meu viés de centro-direita por entender que esse é mais economicamente e socialmente eficiente como um todo à sociedade, dentro do que defini. A social-democracia que muitos ignóbeis por aí tendem a defender e achar justa acaba custando muito caro a países degenerados como o Brasil, desfavorecendo quem produz e favorecendo quem não produz, o que já é economicamente ruim, além de tender a gerar inflação e incentivar uma acomodação à dependência de programas sociais que favorecem essa politicagem que a gente tanto conhece e reclama. Quanto às ideologias mais extremas prefiro evitar, pois tendem a um desastre econômico e social.
Quanto ao viés mais ao meio prefiro ficar no máximo próximo ao anarcocapitalismo, a meio passo dele, não mais do que isso. Ou seja, o estado mínimo, não esse estado que atualmente nos faz trabalhar meses só para pagar imposto.
Se você chegar a alguém e essa pessoa te chamar de fascista só porque você tem um viés diferente do dela e que não seja o próprio fascismo, então ela tem QI baixo ou foi enganada ou mal é instruída.
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Data da postagem: 13/09/2025, 20:05

nukerMas há outra parte que também é ruim, que é a mais ao centro, a anarquia. Nela o indivíduo tem liberdade total, mas não há controle sobre o que ele pode ou não fazer numa sociedade e isso acaba levando à criminalidade e um estado de caos.
Alguns poucos têm vocação e capacidade de liderança, mas a maioria quer ser liderada em maior ou menor grau, por isso anarquia não funciona.
nukerSe você chegar a alguém e essa pessoa te chamar de fascista só porque você tem um viés diferente do dela e que não seja o próprio fascismo, então ela tem QI baixo ou foi enganada ou mal é instruída.
Se você não aceita o pacote ideológico completo, dirão que você está no outro extremo.
Ou, no máximo, lhe chamarão de "isentão" significando uma ofensa.
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Data da postagem: 14/09/2025, 09:48

Uma definição de "extrema direita"
Artigo completo:
https://www.lapresse.ca/contexte/l-a-b-c-de-l-extreme-droite/2025-02-16/qu-est-ce-que-l-extreme-droite.php
En discutant avec plusieurs experts de l’extrême droite en Amérique du Nord et en Europe, nous avons tenté de trouver des façons de reconnaître le discours et les partis de cette mouvance.
Le critère principal qui permet d’identifier l’extrême droite : ce discours selon lequel le groupe ethnique majoritaire historique est menacé de l’intérieur (par les minorités, par le wokisme, etc.) ou de l’extérieur (par l’immigration, par exemple).
« Ce qui regroupe tous les partis d’extrême droite, c’est leur ethnonationalisme », dit le professeur David Morin, de l’Université de Sherbrooke.
Si l’on se fie aux experts que nous avons consultés, un discours ou un parti d’extrême droite comporte aussi la majorité des caractéristiques suivantes :
- valorisation exacerbée de l’identité nationale historique ou de la société ancienne et traditionnelle ;
- rejet par principe de toute forme de progressisme ;
- tendance à l’autoritarisme ou à la valorisation d’un leader politique fort ;
- aversion à l’égard des contre-pouvoirs ;
- aversion envers les droits des minorités ;
- tendance à ne pas toujours respecter les règles du jeu démocratique et les institutions ; cela peut aller jusqu’à l’incitation à la violence, mais pas obligatoirement.
Mais comment distinguer l’extrême droite de la droite ? La droite a ses thèmes préférés (par exemple : fardeau fiscal et filet social moins importants, ordre et sécurité, non-intervention de l’État dans l’économie). La droite reste modérée dans ses politiques, et ne s’oppose pas au progrès social.
La droite, c’est le conservatisme, mais la droite accepte que le monde change. L’extrême droite, elle, est réactionnaire et veut détruire le monde actuel pour revenir à un ancien monde.
Marc André Bodet, professeur de science politique à l’Université Laval
Artigo completo:
https://www.lapresse.ca/contexte/l-a-b-c-de-l-extreme-droite/2025-02-16/qu-est-ce-que-l-extreme-droite.php
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Data da postagem: 23/10/2025, 10:22
Fernando Silva
- valorisation exacerbée de l’identité nationale historique ou de la société ancienne et traditionnelle ;
- rejet par principe de toute forme de progressisme ;
- tendance à l’autoritarisme ou à la valorisation d’un leader politique fort ;
- aversion à l’égard des contre-pouvoirs ;
- aversion envers les droits des minorités ;
- tendance à ne pas toujours respecter les règles du jeu démocratique et les institutions ; cela peut aller jusqu’à l’incitation à la violence, mais pas obligatoirement.
Não entendi nada, mas vou tentar interpretar conforme as raízes.
Identidade nacional é algo importante e precisa ser preservado enquanto progressismo é ideologia destrutiva e centralista/globalista, que ignora as diferenças regionais.
Autoritarismo não é exclusividade da direita. Parece que a esquerda gosta de autoritarismo escrito na lei, como regulação e impostos. E a esquerda brasileira valoriza líderes fortes, como o caso de Lula. A estrangeira agora prefere lixo DEI, que é pior.
Não existe direito de minorias e sim direito de todos. Se não é de todos, é privilégio.
Se a constituição é ruim e corrupta e só pode ser alterada por quem é beneficiado por ela, ela deveria ser desrespeitada e revogada. Muito esquerdista acha que vive no ápice da evolução e que o sistema não é problemático e fracassado. Enquanto defender seus interesses ideológicos e manter conflitos, eles preferem assim.
Uma grande reforma num sistema ruim precisa de um líder forte e de derrubar as regras e instituições que não funcionam e só fazem mal para a sociedade.
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Data da postagem: 01/11/2025, 13:21
Vídeos sobre polarização política
Intolerância entre direita e esquerda (Canal do Slow)
O problema de pertencer a um grupo (Canal do Slow)
A importância do conservadorismo (Canal do Slow)
Esquerda e direita(Pirula)
Esquerda e direita nas redes sociais (Nerdologia)
Por que só acreditamos no que concordamos (Nerdologia)
Intolerância entre direita e esquerda (Canal do Slow)
O problema de pertencer a um grupo (Canal do Slow)
A importância do conservadorismo (Canal do Slow)
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Data da postagem: 17/09/2026, 13:32