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Dossiê Jair Bolsonaro: seus crimes e desonestidades
Autor: Huxley | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 2015311 Comentários: 839
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Ministérios do governo Bolsonaro agora têm a função de evangelizar.
Ministério da Justiça fez parceria com app evangélico para servidores

Aplicativo traz curso "Tornando Deus e Sua Palavra uma prioridade" e podcast "O Senhor é o meu Pastor"

Guilherme Amado / Eduardo Barretto 21/01/2022


O Ministério da Justiça fez uma parceria com o Ministérios Pão Diário, uma entidade religiosa que divulga conteúdos cristãos para profissionais da segurança pública. O acordo foi assinado em agosto de 2021, na gestão do atual ministro, Anderson Torres, e durará dois anos. Um dos produtos da organização, o aplicativo “Pão Diário — Segurança Pública” oferece cursos como “Tornando Deus e Sua Palavra uma prioridade” e “Aprendendo a orar”.

O Ministérios Pão Diário informou à Receita Federal ser uma organização religiosa sediada em Curitiba. No ano passado, foi contratado por R$ 11,2 mil pelo Exército, sem licitação, para distribuir 2 mil livros intitulados “Pão Diário Edição Militar”.

A obra tratava de “valores cristãos encontrados na sabedoria da Bíblia”. Em outro contrato, de valor não informado, o Exército também intermediou a entrega de materiais da entidade na Operação Acolhida, que lida com imigrantes venezuelanos em Roraima.

No caso do Ministério da Justiça, o acordo assinado em agosto do ano passado foi gratuito. O objetivo da parceria não é claro: envolve ações de “assistência espiritual, capelania e promoção da saúde e qualidade de vida” para profissionais da segurança pública.

O aplicativo “Pão Diário — Segurança Pública” só fala da religião cristã. Entre os cursos estão “Quem é Jesus” e “Os Evangelhos”. Um dos programas de podcast foi batizado de “O Senhor é o meu Pastor”. E há ainda um plano de leitura denominado “Deus me ouve”.

Segundo a entidade, cerca de 50 mil servidores da segurança pública tiveram acesso a esses materiais, virtuais ou físicos. O aplicativo, que informou ter a missão de gerar “conhecimento de Deus”, cita parcerias com governos estaduais, como o do Ceará, mas sem dar detalhes.

Procurado, o Ministério da Justiça não respondeu por que a pasta divulga religiões cristãs, as razões para a parceria nem como serão as atividades do acordo. A pasta também não forneceu documentos que basearam o acordo.

https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/ministerio-da-justica-fez-parceria-com-app-evangelico-para-servidores
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Já chegamos no ponto de não-retorno. Quem ainda está com Bolsonaro, continuará com ele até o final.

Esse é o nível do governo: https://twitter.com/i/status/1486727213118418953

Esta esquete representa muito bem o governo atual: https://www.youtube.com/watch?v=1_g9TEPuqmo
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Não gosto do Reinaldo Azevedo, mas o que ele escreveu sobre o Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro como PGR após o mesmo desprezar a “lista tríplice”, precisa de mais divulgação:

“Servilismo de Aras a Bolsonaro cria até o ‘obrigatório sem obrigatoriedade’”... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2021/06/11/servilismo-de-aras-a-bolsonaro-cria-ate-o-obrigatorio-sem-obrigatoriedade.htm




Ainda sobre o lixão que se tornou a PGR liderada por Aras…



Bolsonaro pode arrancar máscaras de criancinhas

Diogo Mainardi

18.08.21 07:00

“Bolsonaro obteve da PGR, responsável por pedir a abertura de ações penais contra ele, um salvo-conduto para delinquir”, diz Josias de Souza.

“Pode tudo, inclusive arrancar máscara da cara de criancinha (…).

No Rio Grande do Norte, Bolsonaro pediu a uma menina para retirar a máscara e arrancou o apetrecho da face de um menino. Para Lindôra Araújo, o presidente não teve a intenção de ‘constranger aquelas crianças’. Segundo ela, ‘os infantes também não demonstraram, com atitudes ou gestos, terem ficado constrangidos, humilhados ou envergonhados na presença do presidente’”.

O colunista do UOL conclui dizendo que Rosa Weber e Ricardo Lewandowski devem ignorar a subprocuradora e ordenar a abertura dos inquéritos contra Jair Bolsonaro.

Mas não é só isso: o Senado também precisa reagir, por meio da CPI da Covid e do voto contrário à continuidade de Augusto Aras no cargo.



Fonte: https://www.oantagonista.com/despertador/bolsonaro-pode-arrancar-mascaras-de-criancinhas/



Tendo em vista uma notícia como a de acima, depois não há justificativa para reclamar quando uma coisa dessas acontece:

“Urgente: senadores vão ao STF pedir investigação de Aras por prevaricação”:

https://www.oantagonista.com/brasil/urgente-senadores-vao-ao-stf-pedir-investigacao-de-aras-por-prevaricacao/


Mais uma do Poste Geral da República, que se comporta como advogado de defesa informal da família Bolsonaro:

PGR não faz nada e arquiva apuração sobre Bananinha

Órgão avaliou que não tinha por que investigar o uso de dinheiro vivo na compra de dois imóveis pelo filho 03 do presidente

Redação O Antagonista

01/11/2021 10:39

Atualizado há um dia

A Procuradoria Geral da República (PGR) encerrou uma apuração preliminar sobre o uso de dinheiro vivo na compra de apartamentos por Eduardo Bolsonaro (foto), sem fazer nenhuma investigação.

Bananinha empregou 150 mil reais em espécie para adquirir dois apartamentos na Zona Sul do Rio de Janeiro.

A jornalista Juliana Dal Piva relatou o caso inicialmente e, agora, também o seu arquivamento. Segundo ela, ao decretar o arquivamento a PGR argumentou que “notícia de jornal não é sequer indício de crime praticado, mas apenas uma narrativa de profissional de jornalismo”.

Faltou dizer que o uso de dinheiro vivo foi registrado em cartório. É uma narrativa profissional cartorial, que tem fé pública.

Na PGR chefiada por Augusto Aras, apuração preliminar vai se tornando sinônimo de “engavetamento sumário de casos que incomodam o governo”.

E o órgão, que não faz o seu trabalho, ainda desdenha do jornalismo, que faz o seu.


Fonte: https://www.oantagonista.com/brasil/pgr-arquiva-caso-sobre-compra-de-apartamento-com-dinheiro-vivo-por-eduardo-bolsonaro/



Augusto Aras, o engavetador de Jair Bolsonaro

Redação O Antagonista

26.12.21 19:00

Em 2021, o PGR assistiu ao presidente fazer todo tipo de lambança, mas se contentou em abrir investigações preliminares que não levaram a nada

Depois de exterminar a Lava Jato em 2020, Augusto Aras começou 2021 com a missão de conseguir sua tão sonhada vaga no STF. Para isso, tentou, de todas as formas proteger o presidente Jair Bolsonaro.

Em janeiro, num quadro trágico que combinava o atraso na vacinação contra a Covid ao colapso no sistema de saúde de Manaus, com pessoas morrendo asfixiadas, o PGR decidiu pedir a abertura de uma investigação apenas contra o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, poupando o presidente.

Diante do aumento da pressão para responsabilizar Bolsonaro pelos supostos crimes que cometeu durante a pandemia, Aras divulgou uma nota afirmando que essa é uma atribuição do Poder Legislativo.

Em tom de ameaça, o procurador-geral disse que o estado de calamidade pública é a “antessala do estado de defesa”. Segundo ele, “o tempo era de prudência”.

Ao STF, Aras negou que estivesse sendo conivente com o comportamento de Bolsonaro. O PGR disse que abriu oito apurações preliminares sobre o presidente. As investigações não levaram a lugar nenhum.

Enquanto isso, Bolsonaro continuava diariamente a promover aglomerações, desrespeitar medidas sanitárias e dar declarações absurdas contra as vacinas. Aras também defendeu a rejeição de ações no STF que apontavam para a omissão do presidente durante a pandemia.

As recusas do procurador aos pedidos para investigar Jair Bolsonaro continuaram mesmo após a instalação da CPI da Covid.

Em paralelo a isso, a Crusoé revelou com exclusividade, no início de junho, a carta de uma desembargadora presa, que envolveu Augusto Aras em uma confusão ligada à Operação Faroeste, que investiga a venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia.

Ilona Márcia Reis relatou ter sido alvo de uma série de tentativas de extorsão antes de sua prisão, em dezembro de 2020. Os atos teriam sido praticados por um advogado que lhe foi indicado como sendo ligado ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

A desembargadora disse ter recebido de um advogado chamado José César Souza dos Santos Oliveira uma proposta para que não fosse envolvida na operação conduzida pela PGR. O custo, diz, seria de R$ 1 milhão. Ela alegou que não tinha o dinheiro.

A reportagem, como de costume, foi ignorada pelas autoridades, sem qualquer apuração.

Nas semanas seguintes, as investigações da CPI da Covid avançaram, tomando um rumo inesperado. Diante de suspeitas de corrupção na compra de vacinas, uma bomba de O Antagonista levantou a suspeita de que Jair Bolsonaro prevaricara.

Em 23 de junho, o site publicou, com exclusividade, uma entrevista com o deputado Luis Miranda, que disse ter alertado, em março, o presidente sobre irregularidades no contrato entre o Ministério da Saúde e a empresa Precisa Medicamentos, para a compra da vacina indiana Covaxin, como a previsão do pagamento de US$ 45 milhões a uma offshore em Singapura.

Bolsonaro ignorou a denúncia do parlamentar e não determinou que o contrato fosse suspenso.

Em depoimento à CPI, Miranda reiterou as afirmações e ainda disse que, na conversa, o presidente citou o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, como um dos mentores do esquema: “Mais uma desse cara”.

Depois de ser instada a se manifestar pela ministra Rosa Weber, a PGR pediu que Jair Bolsonaro fosse investigado por possível prevaricação.

Em julho, o ministro Marco Aurélio Mello finalmente se aposentou como ministro do STF, abrindo uma vaga na Corte. Apesar de sua campanha interminável pela indicação, Aras foi preterido pelo presidente, que optou pelo “terrivelmente evangélico” André Mendonça.

Como o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre, responsável por pautar a sabatina do indicado ao Supremo, decidiu cozinhar Mendonça, para tentar fazer com que a sua indicação fosse rejeitada, Aras não interrompeu sua campanha pela vaga no STF e manteve conversas com senadores durante os meses subsequentes.

Em agosto, Bolsonaro indicou o procurador para a recondução ao comando da PGR, ignorando mais uma vez a lista tríplice que ele não tem a obrigação legal de seguir.

Na sabatina feita pelos senadores, ele tentou se esquivar das críticas de que estaria protegendo o presidente e disse que não existia qualquer alinhamento com Bolsonaro

Reconduzido, o PGR continuou o mesmo. Ele assistiu calado à escalada de Bolsonaro de ataques à democracia e ao sistema eleitoral, que tiveram sua apoteose no 7 de Setembro.

Senadores da CPI chegaram a acionar o STF, pedindo que Aras fosse investigado por prevaricação diante dos supostos crimes do presidente durante a pandemia.

Em outubro, o relator da comissão, Renan Calheiros, apresentou seu parecer final, pedindo o indiciamento de cerca de 80 pessoas. A cúpula da CPI decidiu entregar o documento pessoalmente ao PGR, que prometeu tomar as providências necessárias e disse que não iria simplesmente engavetá-lo.

Aras determinou apenas a abertura de investigações preliminares, que não levaram a nenhuma consequência concreta. Exatamente um mês após a apresentação do relatório, o PGR pediu que Jair Bolsonaro prestasse depoimento.

Aras continua nos braços do presidente.


Fonte: https://www.oantagonista.com/brasil/augusto-aras-engavetador-de-jair-bolsonaro/




Lavajatismo invertido

A técnica jurídica da colaboração premiada





(Conrado Hubner)

Fonte: https://twitter.com/conradohubner/status/1477248163119607812




Estudo aponta 'alinhamento sistemático' da PGR com Bolsonaro; Aras rebate

Do UOL, em São Paulo

26/01/2022 19h12

Um relatório da ONG Transparência Internacional apontou um "alinhamento sistemático" da PGR (Procuradoria-Geral da República) com o governo Bolsonaro. Na "Retrospectiva 2021", divulgada ontem, o documento elenca pontos negativos no combate à corrupção, incluindo a relação entre o PGR e o Planalto.

A entidade fala em "retração sem precedentes na função de controle constitucional dos atos do governo e desmobilização do enfrentamento à macro corrupção".

O texto cita um estudo da FGV-Direito, no qual há a conclusão de que a PGR "reduziu drasticamente a participação na proposição de ações de controle de constitucionalidade" contra atos do governo Bolsonaro, mesmo com os repetidos ataques do presidente às instituições democráticas e à Constituição. "O alinhamento injustificado da PGR com o governo de Bolsonaro, e a consequente neutralização de um eixo legal para a responsabilização do presidente, aumenta a pressão sobre o sistema brasileiro de freios e contrapesos, já prejudicado, em seu eixo político, pela associação da Presidência com a liderança da Câmara dos Deputados e o esquema de 'orçamento secreto'", diz o relatório (...) - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/01/26/estudo-alinhamento-pgr-bolsonaro-aras-rebate.htm
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Eu tenho alguns posts lá no tópico “Coronavirus - Covid-19” que esqueci de passar para aqui. O de abaixo é um bom complemento aos meus posts de 16/05/2021, 22/05/2021, 03/06/2021 e 07/06/2021 que já estão aqui no tópico “Dossiê Jair Bolsonaro: seus crimes e desonestidades” e que tratam do atraso na busca pelas vacinas por parte do atual governo federal brasileiro:

Huxley


FILA DAS VACINAS

Quantidade de países na frente do Brasil se fecharmos acordo hoje:

Pfizer/BioNTech_115 países

Moderna_________68 países

Sputnik V_________67 países

Janssen___________55 países

Novavax__________19 países

Elaboração própria com base em: https://www.bloomberg.com/graphics/covid-vaccine-tracker-global-distribution/contracts-purchasing-agreements.html



(Thomas Conti)

Fonte: https://twitter.com/ThomasVConti/status/1366488899955154961

(…)

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Eu tenho alguns posts lá no tópico “Coronavirus - Covid-19” que esqueci de passar para aqui. O de abaixo é um bom complemento aos meus posts de 16/05/2021, 22/05/2021, 03/06/2021 e 07/06/2021 que já estão aqui no tópico “Dossiê Jair Bolsonaro: seus crimes e desonestidades” e que tratam do atraso na busca pelas vacinas por parte do atual governo federal brasileiro:

Huxley


FILA DAS VACINAS

Quantidade de países na frente do Brasil se fecharmos acordo hoje:

Pfizer/BioNTech_115 países

Moderna_________68 países

Sputnik V_________67 países

Janssen___________55 países

Novavax__________19 países

Elaboração própria com base em: https://www.bloomberg.com/graphics/covid-vaccine-tracker-global-distribution/contracts-purchasing-agreements.html



(Thomas Conti)

Fonte: https://twitter.com/ThomasVConti/status/1366488899955154961

(…)




Lembrando que uma distorção informativa amplamente disseminada pela mídia bolsonarista para combater a verdade devastadora descrita acima é a referência à agilidade da aprovação das vacinas pela Anvisa, mas com o esquecimento do fato de que o governo federal se atrasou muito em efetuar o contrato de compra. O governo federal poderia sim efetuar o contrato de compra da Pfizer ou qualquer outra vacina ANTES da aprovação do uso das mesmas na Anvisa (A aprovação da Anvisa é para o USO do fármaco, e não para a efetuação do contrato de compra do mesmo). Se o mesmo tivesse feito isso tempestivamente com uma cesta de vacinas, então diluiria o risco de comprar uma vacina específica antes da aprovação da agência regulatória, uma vez que algumas provavelmente teriam o retorno de benefício que compensaria algum eventual erro. Foi o que governos de diversos países fizeram e os resultados posteriores mostraram quem tinha razão. Por outro lado, não preciso repetir o conteúdo dos posts cincos posts acima que mencionei, além de outros da primeira página neste tópico, que demonstram como a magnitude do tamanho do atraso na compra das vacinas gerou atraso na campanha de vacinação brasileira.
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Continuando com minha intenção de reproduzir meus posts do tópico “Coronavirus - Covid-19”; desta vez, a discussão é sobre o caso Covaxin:

Huxley
Huxley
Arcanjo Lúcifer
Huxley
Arcanjo Lúcifer
Titoff
Arcanjo Lúcifer
[quote=Titoff]
Ou seja, repetiu a mesma bobagem.

Aliás, viu que o gal. pesadelo estava negociando a chinavac por praticamente 3x mais? Depois de falar que nunca tinha negociado pessoalmente com empresa nenhuma.


E vc viu que a tal vacina superfaturada nunca foi comprada ou teve qualquer pagamento liberado ao contrário do filho do Renan que comprou superfaturado, pagou adiantado e não recebeu?


Corrupção continua sendo crime mesmo se não concretizada por um motivo ou outro.

E se o gal. pesadelo mentiu, deve ser por ter algo mais a esconder.


Não concretizada pela parte interessada em comprar e que supostamente teria vantagens indevidas, esqueceu de citar isso, parte que pediu correção do documento por três vezes até chegar ao valor correto que é o mesmo apresentado a outros compradores como já mostraram um monte de vezes e que era o mais baixo das três propostas anteriores.

Não adianta procurar pêlo em casca de ovo porque todos já perceberam que deixando os governadores de fora com os milhões desviados em pedidos feitos a empresas de fachada essa CPI não é nada além de campanha política antecipada.

Toda vez que tocam no assunto filho do Renam Calhorda ou Amazonas os dois quadrilheiros mandam a testemunha calar a boca.


O dano ao erário público nada tem de "não concretizado". A transação "não concretizada" gerou prejuízo de 1,6 bilhão de reais no orçamento público, vide o título da manchete da Folha "Reserva de R$ 1,6 bilhão pelo governo para a Covaxin já provocou dano à saúde, diz procuradora que investiga suspeitas". O tal do preço correto nunca existiu, vide o título e subtítulo de matéria do Estadão... "Com Precisa, dose da Covaxin foi de 10 para 15 dólares:

Documentos do Ministério da Saúde, aos quais o Estadão teve acesso, mostram que o preço aumentou no meio das negociações". Um trecho:

“O valor da vacina é de US$ 10 por dose, que, em razão de eventual aquisição de montante elevado de doses, o valor poderia vir a ser reduzido e estaria aberto à negociação”, informa o documento do Ministério da Saúde, que foi enviado à Câmara em resposta a um requerimento de informação da deputada Adriana Ventura (Novo-SP).


Fonte:

https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/preco-da-covaxin-foi-de-us-10-para-us-15-apos-negociacao-diz-jornal

No$$a, que surpre$a. Com intermediário, as coi$as ficam muito mais caras. Por que será que com as outras vacinas de grandes farmacêuticas não tinha essa coisa de intermediários?


Reserva não é o mesmo que liberado, o dinheiro nunca foi liberado e a diretora da empresa disse claramente que 10 dólares era uma estimativa de preço e que foi negociado mas não era 150 dólares como o Renam Calhorda afirmava, depois se chegou a 15 dólares que era o preço final praticado aos demais países que compraram, todos os demais países que compraram.

Vá ao Youtube que ela explica direitinho, ainda deve estar disponível.

O preço da vacina nunca foi de 10 dólares em lugar algum.

No$$a, que surpre$a. Com intermediário, as coi$as ficam muito mais caras. Por que será que com as outras vacinas de grandes farmacêuticas não tinha essa coisa de intermediários?


Foi outra coisa muito bem explicada para quem não quiser usar o Manual Emburrecedor Estadão ou a Folha como fonte.

A lei obriga que licitação envolvendo compras feitas de empresas estrageiras tenha um CNPJ registrado no Brasil ou um representante no Brasil, a Pfiser tem um CNPJ mas a Covaxim precisou de um representante.

Volte o filme e veja a explicação da diretora no Youtube.


E segue o masoquismo de defender os bandidos das vacinas com unhas e dentes.

Cara, dizer "não foi liberado" não afeta em nada o fato de que foi EMPENHADO 1,6 bilhão de reais do erário. Provavelmente, você não sabe o significado de "empenhado" em contas públicas, pois, se soubesse, compreenderia que grande volume de verba pública que deixou de ser usado em coisas que precisavam ser compradas urgentemente na saúde pública. Essa é uma questão de custo de oportunidade, outro conceito de que você não deve entender.

A diretora da empresa acusada e investigada diz que foi um erro de estimativa. Um "errinho" de "apenas" 50% no preço (salto de US$ 10 para US$ 15). Muito conveniente para quem quer varrer para debaixo do tapete um indício de existência de propina. Os caras do Ministério da Saúde ignoraram dezenas de e-mails da Pfizer, sendo que suas vacinas não precisavam de intermediários e nem de custo com intermediários que alteram o valor de preço negociado em 50%. Se você acha que eles fizeram isso porque acreditavam que a vacina da Covaxin era melhor até do que a da Pfizer (que foi oferecida a preço mais baixo), sugiro que você se torne o quinto Teletubbie.
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Arcanjo Lúcifer
Cara, dizer "não foi liberado" não afeta em nada o fato de que foi EMPENHADO 1,6 bilhão de reais do erário. Provavelmente, você não sabe o significado de "empenhado" em contas públicas, pois, se soubesse, compreenderia que grande volume de verba pública que deixou de ser usado em coisas que precisavam ser compradas urgentemente na saúde pública. Essa é uma questão de custo de oportunidade, outro conceito de que você não deve entender.


No fim do governo Martaxa, ela com a certeza de que seria reeleita, EMPENHOU uma grana preta em obras que incluiam um contratão de 20 anos e UM BILHÃO DE REAIS com as mesmas empreiteiras envolvidas no escândalo de desvio de verbas na coleta de lixo, quanto tomou no rabo teve que CANCELAR O DINHEIRO EMPENHADO e os contratos.

Pode procurar nas notícias antigas e talvez vc ache.

Parece que VC não sabe que dinheiro EMPENHADO é só uma reserva para despesa futura que tem que ser paga conforme a lei de responsabilidade fiscal, por isso a Martaxa cancelou tudo ou seria alvo de processo.


Cara, você ignorou que, como a procuradora Luciana Loureiro observou no depoimento que deu à Folha, a nota de empenho não foi cancelada mesmo depois de quatro meses da mesma ser emitida e do contrato ser assinado. O governo de Jair reservou R$ 1,61 bilhão para uma vacina sem perspectiva de entrega, com quebras de cláusulas contratuais. Conforme cronograma estabelecido em contrato, o primeiro lote de 4 milhões de doses deveria ser entregue em até 20 dias após a assinatura, feita em 25 de fevereiro. A obrigação de pagamento não surgiu justamente porque a etapa da liquidação (a entrega do material prometido) não foi cumprida (por lei, a obrigação de pagamento surge após a etapa da liquidação). Nesse tempo em que as vacinas Covaxin não foram entregues, o governo federal já poderia ter comprado e recebido milhões de doses de outras vacinas com o dinheiro empenhado. Esse custo de oportunidade por si só é irrecuperável, pois cada dia de atraso de entrega de lotes de vacinas é dia em que muitas vidas deixam de ser salvas.
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