
Clube Ceticismo
Dossiê Jair Bolsonaro: seus crimes e desonestidades
Autor: Huxley | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 2015311 Comentários: 839

🚨 R$ 427 MILHÕES | O contrato da “Turma do KN” para destravar precatórios de Vorcaro
Honorários dependiam do êxito em ações que poderiam destravar R$ 8,5 bilhões; mensagens mostram pedido de KN para diária em Fasano
Leia na coluna de @andrezamatais
(Metrópoles)
Fonte: https://x.com/Metropoles/status/2102044630342631457
Lembrando que só pode ficar irritado e causar nas redes se for o caso da esposa do careca
Neste aqui, como foi o Micto que indicou, "não é hora de tecer críticas"
Bom lembrar que quem trouxe o nome desse aqui ao pai foi o Flávio
(Caio Augusto)
Fonte: https://x.com/CaioAugstOR/status/2102088697977921680
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Data da postagem: 21/09/2026, 21:05

Exclusivo. Flávio Bolsonaro conseguiu 200 mil reais por emenda parlamentar para projeto em área de milícia a pedido de criminoso apontado como elo entre o matador de Marielle e os irmãos Brazão, mandantes do assassinato da vereadora.
Por @brenopires
https://piaui.co/4rmBfPM
(revista piauí)
Fonte: https://x.com/revistapiaui/status/210213130115951832
Deve ser engano de novo
Toda hora é engano
Até a ida na cadeia condecorar um dos maiores matadores de aluguel do Brasil deve ter acontecido por engano
(Caio Augusto)
Fonte: https://x.com/CaioAugstOR/status/2102153441590091958
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Data da postagem: 21/09/2026, 21:11

Flávio deu dinheiro à milícia do caso Marielle
Leonardo Sakamoto
Colunista do UOL
22/09/2026 06h56
"João amava Teresa que amava Raimundo, que amava Maria, que amava Joaquim, que amava Lili", diz o antológico poema "Quadrilha" de Carlos Drummond de Andrade. Se a "Quadrilha" do poeta fosse atualizada, os versinhos hoje seriam "Vorcaro era cobrado por Flávio, que era cobrado por Peixe".
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu R$ 134 milhões ao seu "irmão" Daniel Vorcaro, o bandido-Master, recebendo, ao menos, metade disso, também era alvo de demandas da banda mais letal do crime organizado carioca: uma milícia envolvida no assassinato da vereadora Marielle Franco. Robson Calixto Fonseca, o "Peixe", é apontado como o homem que apresentou os os mandantes do crime aos executores e providenciou a submetralhadora usada para assassinar a vereadora e o motorista Anderson Gomes.
Reportagem de Breno Pires, na revista piauí, mostra que Peixe tratava o gabinete de Flávio com a intimidade de quem se sente em casa. "Amiga vê com o nosso Senador se consegue nos ajudar", escreveu o miliciano pelo WhatsApp a Maria de Fátima Bezerra Castro, assessora de Flávio. O "nosso senador" não decepcionou: destinou uma emenda parlamentar de quase R$ 200 mil para uma ONG na Taquara, área de milícia e reduto eleitoral dos irmãos Brazão.
A relação era tão promíscua que ia muito além do balcão de repasses federais. Enquanto o Tribunal de Contas da União (TCU) encontrava irregularidades grosseiras no uso dessa verba pública, a assessora de Flávio pedia a Peixe ingressos vips para o desfile das campeãs no cobiçado "camarote Arpoador". Sim, não era apenas Vorcaro que distribuía acesso a shows para os seus.
O miliciano também recebia convites oficiais do gabinete para eventos da Polícia Militar, com a recomendação da assessora para que levasse a tiracolo o então deputado Chiquinho Brazão, a fim de reforçar seus pedidos pessoalmente. No celular do criminoso, o telefone do gabinete estava salvo, segundo a Polícia Federal, como "Fafa Flávio Bolsonaro".
O apoio a facções criminosas que já vestiram farda e cobram taxa de segurança não é um acidente de percurso, mas o alicerce da carreira de Flávio. Basta puxar a capivara política do seu tempo de deputado estadual na Alerj. Ele é o mesmo parlamentar que homenageou o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega com a Medalha Tiradentes enquanto este estava preso por homicídio.
E, quando os crimes de Adriano já eram largamente conhecidos, Flávio ainda empregou a mãe e a ex-mulher de Adriano em seu gabinete com salários de mais de R$ 6 mil pagos pelo contribuinte, na época do notório esquema das "rachadinhas" operado pelo seu faz-tudo Fabrício Queiroz.
Para manter a pose para a própria base eleitoral, Flávio atravessa o continente e vai bater à porta de Donald Trump, implorando para que os Estados Unidos classifiquem o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas. É uma cruzada cirurgicamente seletiva e hipócrita. Primeiro, porque o deputado que ele, inicialmente, apoiou para disputar o governo do Rio, Rodrigo Bacellar, caiu em desgraça quando agiu como X9 para ajudar envolvidos com o CV.
Mas, principalmente, porque ele trata a narcomilícia que aterroriza os moradores do seu curral eleitoral a pão de ló.
A Polícia Federal investiga o destino e a origem do dinheiro pedido por Flávio a Vorcaro sob a justificativa de financiar o filme Dark Horse. Ou seja, se os milhões de Vorcaro despachados para os Estados Unidos foram usados pelo irmão Eduardo Bolsonaro para ajudar a conspirar contra o Brasil na construção do tarifaço. Mas a polícia também quer saber se os recursos foram apenas comprar apoio político do senador ou outra coisa, como pagamento de serviços já prestados ao banqueiro.
Ao jurar 'lealdade eterna' ao seu 'irmão' Vorcaro em troca desta quantia, desvenda-se a lógica fria de um sistema onde o verniz político esconde uma rede movida a dinheiro e favores.
Não deixa de ser desconcertante que tanto Vorcaro quanto Peixe vissem no senador um amigo, tornando Flávio Bolsonaro um elo entre os dois universos do crime no Brasil: o que toma uísque e fuma charuto caríssimos em rega-bofes astronáuticos e o que porta fuzil, cobra pelo gatonet e pratica extorsão. E o primeiro, mais cafona, costuma ser muito mais caro ao país. - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2026/09/22/vorcaro-deu-grana-a-flavio-que-deu-grana-a-milicia-do-caso-marielle.htm
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Data da postagem: 22/09/2026, 16:15

Fonte: https://x.com/Josie_Melo/status/2102758599764111703
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Data da postagem: 23/09/2026, 11:14

O cinismo e a hipocrisia de Flávio Rachamaster não tem limites...
Josias de Souza
Opinião
Flávio Bolsonaro apedreja o espelho ao atacar Moraes
Josias de Souza
Colunista do UOL
24/09/2026 06h51
Flávio Bolsonaro ama a hipocrisia. E é plenamente correspondido. Correu às redes sociais após a divulgação do vídeo que mostrou Alexandre de Moraes e a mulher dele desembarcando de um jatinho de Daniel Vorcaro. Acusou Moraes de ter "aparelhado o Estado" e de ter "implodido a democracia". Três dias depois, o filho do "mito" preso ganhou o noticiário como passageiro do mesmo avião.
Notícia da revista Piauí revelou que Flávio, sua mulher e as duas filhas do casal retornaram da Flórida para Brasília no jato de Vorcaro — o mesmo que transportaria Moraes e sua mulher sete meses mais tarde. Também estava a bordo o advogado Willer Tomaz. Amigo de Flávio, Willer é investigado no escândalo do INSS. Compartilhava com Vorcaro a propriedade do avião — era dono de uma das três cotas do jato.
Flávio já soava cínico nas críticas ao contrato de R$ 131 milhões firmado por Viviane Barci, a mulher de Moraes, com o falecido Banco Master. Fingia não existir o áudio vadio em que pediu R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro. Flagrado, mentiu. Depois, descumpriu a promessa de prestar contas. Quer dizer: não tinha apenas telhado, mas também portas, janelas, paletó e discurso de vidro. Ao atacar Moraes, apedreja o espelho.
Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2026/09/24/flavio-bolsonaro-apedreja-o-espelho-ao-atacar-moraes.htm
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Data da postagem: 24/09/2026, 08:49


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Data da postagem: 24/09/2026, 14:38

“Nunca entrei em avião de Vorcaro.”
Flávio Bolsonaro, 1 de julho de 2026.
Pego na mentira de novo.
Não só entrou.
Ele voou no PP-NLR, avião do qual Vorcaro era um dos donos, voltando da Flórida com a família, como revelou a Piauí.
Assista.
(vídeo de 1 minuto e 14 segundo com Flávio Bolsonaro mentindo)
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2103136688390500732
Era uma vez um antigo gestor de gabinete repleto de funcionários fantasmas que, ao ser desmentido sobre uso de aeronave de um mafioso, alegou que ela pertencia a outro amigo, apontado pela polícia como hub de lavagem de dinheiro.
O parlamentar tem tanta certeza de que pode manipular um eleitorado moralmente anestesiado e seletivamente indignado que ele se sente à vontade para levar uma vida de luxo incompatível com seu cargo público e para apelar a mentiras e meias-verdades sempre que suas mamatas são descobertas.
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2103148268242776262
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Data da postagem: 24/09/2026, 22:48

EXCLUSIVO | Flávio Bolsonaro tentou ligar para Vorcaro nos quatro dias anteriores à prisão dele: ‘Pode atender?’; veja mensagens → https://x.gd/Uii5Y
Registros inéditos do celular do banqueiro obtidos pelo ‘Estadão’ mostram que senador fez contatos todos os dias logo antes da primeira prisão dele em 17 de novembro; procurada, a assessoria de Flávio Bolsonaro não respondeu
(Estadão)
Fonte: https://x.com/Estadao/status/2103182922597749141
Flávio Bolsonaro anunciou candidatura à presidência 18 dias após Vorcaro ser preso.
Na véspera da prisão, enviou 2 mensagens de visualização única ao banqueiro.
Qual era o conteúdo? Nunca revelou.
“Irmão, estou e estarei contigo sempre”, garantiu em seguida. “Não tem meia conversa entre a gente”.
Vorcaro estava prestes a cair. Tudo indica que Flávio buscava um pacto de não agressão
Tanto que, 13 dias depois, foi visitá-lo quando ele ficou sob tornozeleira eletrônica.
A candidatura anunciada de repente, para supresa até mesmo de aliados, também serviu, na prática, de aceno ao banqueiro.
O que você pensaria, no lugar de Vorcaro, se estivesse preso e visse a perspectiva de poder do “irmão” que prometeu estar “contigo sempre”?
Que você tem uma chance no futuro.
Até porque Flávio omitiu o elo financeiro com o dono do Master por mais de 6 meses, mentiu ao ser questionado a respeito e só admitiu parte dos repasses após publicação de reportagem.
Dez meses depois, Vorcaro segue enrolando e mantendo seu silêncio, à espera de socorro.
Na frente ampla pela impunidade, não faltam políticos e autoridades de rabo preso operando para salvá-lo.
Alguns parlamentares - de situação, Centrão e suposta oposição - torcem apenas para que o Centrão do STF consiga fazer isso sozinho, sem que eles sujem as mãos.
Flávio Dino, aliado de Lula e Alexandre de Moraes, deu um jeito de adiar a sessão sobre o envolvimento de Moraes para depois da eleição, quando ficará claro quem terá mais poder para resolver a parada.
As brigas internas no STF, a vigilância da maior parte da imprensa e a pressão dos setores não anestesiados da sociedade andam atrapalhando o acordão.
Resta saber quem terá mais audácia e resiliência.
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2103176492394094649
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Data da postagem: 24/09/2026, 23:02

Flávio ataca a Igreja Católica para provar que não ataca a Igreja Católica
Leonardo Sakamoto
Colunista do UOL
27/09/2026 22h35
Nossa Senhora Aparecida está tirando o sono de Flávio Bolsonaro. Não a santa, evidentemente. Mas o boato de que ele poderia, se eleito presidente, retirar dela o título de Padroeira do Brasil. O assunto incomodou tanto que o senador resolveu combatê-lo do pior modo possível. Primeiro, pediu para censurar as redes, atingindo até postagens que não o acusavam, sendo atendido por André Mendonça, no TSE. Agora, resolveu incendiar a sacristia para demonstrar respeito pela missa.
Neste domingo, em Goiânia, o candidato acusou "gente dentro da CNBB" de ter ajudado a espalhar informação falsa. Segundo ele, o PT já vinha tentando levantar a história e teria feito isso mancomunado com apoio de pessoas ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Não forneceu provas da participação da instituição nessa conspiração. Foi coerente, afinal, o senador não trouxe até agora provas do destino dos mais de R$ 70 milhões que recebeu de Daniel Vorcaro.
A CNBB respondeu pouco depois. Negou ter produzido, autorizado ou participado da divulgação de informações falsas sobre as eleições e exigiu fatos e provas para sustentar a acusação. E fechou com uma frase que não precisava citar destinatário: "A mentira não se combate com outra mentira".
Para demonstrar que não tem nada contra um dos maiores símbolos do catolicismo brasileiro, resolveu acusar integrantes da principal organização dos bispos católicos do país de colaborar com uma operação de fake news.
A história que atormenta a campanha surgiu da circulação, nas redes sociais, de conteúdo relacionado a um projeto de lei arquivado há quase 20 anos que pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O projeto foi proposto pelo pastor Victório Galli (PP-MT), então deputado, que depois se tornou assessor especial da Presidência na gestão de Jair Bolsonaro. Nos boatos, isso seria retomado, caso eleito, como sinalização a evangélicos.
Antes, o senador precisava apenas deixar claro que não pretendia mexer no título de Nossa Senhora Aparecida. Agora precisa explicar por que acusou a CNBB de participar de uma rede de desinformação. É o milagre da multiplicação das crises.
A instituição disse que não integra estrutura político-partidária, de partido ou candidatura e que atribuir à entidade participação na disseminação de desinformação sem fatos que sustentem a acusação atinge injustamente a instituição.
Nada impede Flávio de criticar a CNBB. Bispos não são imunes a crítica e igrejas também não, sejam elas católicas ou evangélicas. Mas acusar uma instituição de espalhar fake news exige algo mais consistente. Ainda mais quando a acusação parte de quem reclama justamente de estar sendo vítima de uma fake news.
E é nesse ponto que o episódio ganha contornos didáticos. Flávio exige cautela com informações falsas sobre ele, mas dispensa essa mesma cautela quando fala dos outros. Quer provas para desmontar a acusação que o atinge, mas não oferece nenhuma para sustentar uma acusação que faz.
Ao tentar convencer o país de que é amigo da Igreja, Flávio escolheu comprar briga justamente com a instituição que a representa no país. Se o plano era garantir noites mais tranquilas de sono e reconquistar a confiança dos devotos, o tiro pode sair pela culatra e atingir em cheio o próprio altar que ele jurava querer proteger.
Em tempo: Flávio Dino, no STF, suspendeu os efeitos da decisão de André Mendonça que mirou inicialmente uma postagem do ator e humorista Antonio Tabet, afirmando que ela tolhia a liberdade de expressão. Ironicamente, na publicação, Tabet não citou o nome do senador. "A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!", escreveu. Flávio Bolsonaro e André Mendonça é que assumiram de quem se tratava… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2026/09/27/flavio-acusa-a-igreja-catolica-para-provar-que-nao-ataca-a-igreja-catolica.htm
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Data da postagem: 28/09/2026, 00:50