
Clube Ceticismo
Objetos que foram muito comuns durante nossa existência e desapareceram da face da Terra
Autor: Pedro Reis | Categoria: Papo Furado | Exibições: 130383 Comentários: 75

Véinho sou eu que tive que usar isto em provas de Cálculo numérico.


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Data da postagem: 19/08/2020, 12:18

Na Escola ouvi dizer que era ensinado o manejo delas no início do Cálculo I. + 1978/1 já não aprendemos :cry:
1 das minhas grandes frustrações na vida, junto com nunca ter andado de Caravelle & outras semelhantes...
Eu durante todo curso tive 1 Texas SR-40. Modéstia à parte tirei A em Numérico com ela :oops:
1 das minhas grandes frustrações na vida, junto com nunca ter andado de Caravelle & outras semelhantes...
Eu durante todo curso tive 1 Texas SR-40. Modéstia à parte tirei A em Numérico com ela :oops:
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Data da postagem: 19/08/2020, 13:28

Gorducho
Na Escola ouvi dizer que era ensinado o manejo delas no início do Cálculo I. + 1978/1 já não aprendemos :cry:
1 das minhas grandes frustrações na vida, junto com nunca ter andado de Caravelle & outras semelhantes...
Eu durante todo curso tive 1 Texas SR-40. Modéstia à parte tirei A em Numérico com ela :oops:
Usei muito...muito...a HP41C e depois a HP41VC que armazenava programas em cartões magnéticos.
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Data da postagem: 19/08/2020, 15:49
Nossa geração testemunhou as mais rápidas e drásticas alterações no estilo e modo de vida de toda a História.
Nunca antes costumes, tecnologia, geopolítica, mentalidades, etc, mudaram tanto e tão velozmente em tão curto período de tempo.
Minha casa teve telefone de 4 dígitos e hoje minha mãe usa um smartphone. Nós estamos no meio de um processo que os historiadores do futuro (se houver futuro) irão nomear como a Revolução da Informação e será reconhecida como de importância equiparável à descoberta do fogo, à revolução agrícola e à revolução industrial.
Porque o que a História reconhece como uma revolução não é apenas um conjunto de adventos de tecnologias, mas uma transformação profunda do próprio Homem. A diferença é que as transformações ocorridas nas citadas revoluções anteriores se deram de modo muito mais lento. Cem anos depois da máquina à vapor o mundo não havia mudado tanto como nas últimas duas décadas.
Nos anos 70 o comunismo ainda era uma ideologia respeitável, sonho sincero de muitos, e um sistema sob o qual vivia um terço da humanidade. Mas ainda não se compreendeu totalmente o peso da revolução da informática e da microeletrônica na derrocada do bloco soviético. Porém o fato é que a aceleração vertiginosa do desenvolvimento tecnológico se tornou uma ameaça real ao poderio militar da União Soviética, cujo sistema não permitia acompanhar com a mesma rapidez as transformações nessa área e toda a cadeia de novas tecnologias que surgiam em decorrência. Foi o reconhecimento dessa perigosa defasagem que precipitou a perestroika e a glasnost, com o resultado que todos conhecemos.
Isso é que eu acho fascinante nas trajetórias dos destinos: a imprevisibilidade das consequências das pequenas ações humanas. Computadores e eletrônica digital já existiam desde o fim da grande guerra, mas apenas um grupo de garotos, entusiastas amadores, apostou no potencial da microcomputação e o surgimento do mercado da computação pessoal está na raiz de toda essa revolução tecnológica e seus muitos desdobramentos.
No final não foi algo capitaneado por conglomerados gigantes como a IBM ou governos nacionais de grandes potências, mas por iniciativas individuais modestas. Claro, nem eles poderiam prever ou sequer sonhar em como o mundo seria transformado, mas Bill Gates quando afirmou "em cada casa, um computador" , estava sendo capaz de intuir com muito mais clareza o potencial de revolução da micro-informática do que os executivos da IBM ou os estrategistas geopolíticos do Pentágono.
Nunca antes costumes, tecnologia, geopolítica, mentalidades, etc, mudaram tanto e tão velozmente em tão curto período de tempo.
Minha casa teve telefone de 4 dígitos e hoje minha mãe usa um smartphone. Nós estamos no meio de um processo que os historiadores do futuro (se houver futuro) irão nomear como a Revolução da Informação e será reconhecida como de importância equiparável à descoberta do fogo, à revolução agrícola e à revolução industrial.
Porque o que a História reconhece como uma revolução não é apenas um conjunto de adventos de tecnologias, mas uma transformação profunda do próprio Homem. A diferença é que as transformações ocorridas nas citadas revoluções anteriores se deram de modo muito mais lento. Cem anos depois da máquina à vapor o mundo não havia mudado tanto como nas últimas duas décadas.
Nos anos 70 o comunismo ainda era uma ideologia respeitável, sonho sincero de muitos, e um sistema sob o qual vivia um terço da humanidade. Mas ainda não se compreendeu totalmente o peso da revolução da informática e da microeletrônica na derrocada do bloco soviético. Porém o fato é que a aceleração vertiginosa do desenvolvimento tecnológico se tornou uma ameaça real ao poderio militar da União Soviética, cujo sistema não permitia acompanhar com a mesma rapidez as transformações nessa área e toda a cadeia de novas tecnologias que surgiam em decorrência. Foi o reconhecimento dessa perigosa defasagem que precipitou a perestroika e a glasnost, com o resultado que todos conhecemos.
Isso é que eu acho fascinante nas trajetórias dos destinos: a imprevisibilidade das consequências das pequenas ações humanas. Computadores e eletrônica digital já existiam desde o fim da grande guerra, mas apenas um grupo de garotos, entusiastas amadores, apostou no potencial da microcomputação e o surgimento do mercado da computação pessoal está na raiz de toda essa revolução tecnológica e seus muitos desdobramentos.
No final não foi algo capitaneado por conglomerados gigantes como a IBM ou governos nacionais de grandes potências, mas por iniciativas individuais modestas. Claro, nem eles poderiam prever ou sequer sonhar em como o mundo seria transformado, mas Bill Gates quando afirmou "em cada casa, um computador" , estava sendo capaz de intuir com muito mais clareza o potencial de revolução da micro-informática do que os executivos da IBM ou os estrategistas geopolíticos do Pentágono.
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Data da postagem: 19/08/2020, 16:44

Arcanjo Lúcifer
Não era o Sketchup, eu conheço o que vc citou mas era outro bem mais complexo.
Vc poderia desenhar um ambiente e mudar a direção e intensidade da luz que está entrando por uma janela por exemplo.
Era um efeito bem realista.
Imagino que fosse o Lumion, software de renderização.
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Data da postagem: 19/08/2020, 17:46

O próprio AutoCad já é um software em extinção nos dias de hoje. Tem perdido espaço para o Revit nos últimos anos.
O sistema BIM, que o Revit e similares usam, permite que ao desenhar em planta, você automaticamente já define propriedades a elementos do seu desenho: altura, material, textura, etc.
Isso permite você desenhar em planta e automaticamente já gerar o modelo 3D e cortes da edificação. É basicamente um conjunto de Autocad + Sketchup melhorado.
O sistema BIM, que o Revit e similares usam, permite que ao desenhar em planta, você automaticamente já define propriedades a elementos do seu desenho: altura, material, textura, etc.
Isso permite você desenhar em planta e automaticamente já gerar o modelo 3D e cortes da edificação. É basicamente um conjunto de Autocad + Sketchup melhorado.
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Data da postagem: 19/08/2020, 17:53

Gorducho
Na Escola ouvi dizer que era ensinado o manejo delas no início do Cálculo I. + 1978/1 já não aprendemos :cry:
1 das minhas grandes frustrações na vida, junto com nunca ter andado de Caravelle & outras semelhantes...
Eu durante todo curso tive 1 Texas SR-40. Modéstia à parte tirei A em Numérico com ela :oops:
Quando fiz faculdade, só alguns poucos tinham calculadoras. Era complicado fazer prova de estatística com todos aqueles cálculos feitos à mão.
Por falar em calculadoras, a HP 12C é um fóssil vivo. Não mudou desde que foi lançada em 1981.
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Data da postagem: 20/08/2020, 10:35

Pedro Reis
Nossa geração testemunhou as mais rápidas e drásticas alterações no estilo e modo de vida de toda a História.
Nunca antes costumes, tecnologia, geopolítica, mentalidades, etc, mudaram tanto e tão velozmente em tão curto período de tempo.
Antigamente, quanto mais velha a pessoa, mais respeitada por seus conhecimentos e experiência na profissão.
Hoje em dia, se ela não se atualizar o tempo todo, logo fica obsoleta e será superada pelos mais novos.
Ela pode saber tudo sobre uma determinada tecnologia e ter uma enorme experiência, mas de nada adianta porque a tal tecnologia já foi abandonada.
Poderá, no máximo, contar 'causos' sobre como eram as coisas no seu tempo.
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Data da postagem: 20/08/2020, 10:43

Cinzu
O próprio AutoCad já é um software em extinção nos dias de hoje. Tem perdido espaço para o Revit nos últimos anos.
(...)
Tb não era o programa que vc mostrou, realmente não lembro mais do nome após dez anos passados e por ser algo com que só tive contato durante pouco tempo em que estive no curso.
Não era coisa que passei a usar no dia a dia depois disso porque fui chamado para o emprego atual e desisti do outro objetivo que era fechar a oficina e só fazer projetos de decoração.
Por isso estava no curso de desenho.
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Data da postagem: 20/08/2020, 20:47

3DS max? V-ray? Pela sua descrição, parecia ser um software de renderização. Estes são os mais comuns no mercado. Se não for um destes, imagino que deveria ser um similar.
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Data da postagem: 20/08/2020, 21:02