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Teoria da Evolução
Autor: Pasteur | Categoria: Origens e Evolução | Exibições: 769655 Comentários: 51
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>> Levando em consideração a Teoria da Evolução das Espécies e o conceito de Seleção Natural, eu queria explicação para algumas observações sobre o caminho que algumas coisas tomaram durante milhões, ou até mesmo bilhões de anos, desde as primeiras ramificações das formas de vida.

Sabemos que alguns animais secretam veneno ou peçonha, que pode ferir gravemente ou matar outro ser vivo, uma vez que entre em contato com esse veneno.

Perguntas:

Como a cobra SABE que aquilo que ela inocula no outro ser pode matá-lo?

Como o organismo das serpentes se desenvolveu a ponto de identificar e passar a produzir uma determinada substância que causa sério dano a outro organismo?

Do mesmo modo, como a rosa SABE que o espinho que ela desenvolveu em seu caule pode furar, causar dano e prejudicar outro ser vivo?

Como o espinho se desenvolveu de forma que penetra e fere outro ser vivo? Uma planta chegando a desenvolver um "raciocínio" belicoso e agressivo?

Claro que animais como ofídios e também os do reino vegetal não pensam, não raciocinam e, muito menos, planejam estratégias de defesa.

Mas a estratégia de defesa foi desenvolvida, de uma forma ou de outra. É fato.

A dúvida e a questão que se coloca é: que mecanismo propicia tudo isso acontecer?

Seria a simples resposta de Seleção Natural? E achar que apenas isso responde a pergunta?

Que seleção natural tão sofisticada é essa que chega a níveis de parecer planejamento de estratégia?

O ChatGPT disse:

===================


ChatGPT

Essa é uma pergunta fascinante e profunda, que toca em um dos aspectos mais incríveis da Teoria da Evolução: a forma como características complexas surgem e se refinam ao longo do tempo sem a necessidade de planejamento ou raciocínio.

Vamos explorar suas perguntas por partes.

1. Como a cobra "sabe" que o veneno mata?

A cobra não "sabe". O comportamento da cobra é um resultado de instintos evoluídos ao longo de milhões de anos. O veneno surgiu como uma adaptação, uma ferramenta para a sobrevivência e reprodução, e o comportamento associado a ele também foi moldado pela seleção natural.

O processo funciona assim:

    Mutação e variação genética: Em populações ancestrais de serpentes, ocorreram mutações genéticas aleatórias que levaram à produção de substâncias químicas na saliva (ou outros fluidos). Algumas dessas substâncias tinham propriedades tóxicas para as presas.

    Seleção natural: Se uma serpente ancestral com saliva tóxica tinha mais sucesso em capturar presas ou se defender de predadores, ela sobrevivia mais e deixava mais descendentes. Ao longo de gerações, as cobras com veneno mais eficaz tiveram maior vantagem.

    Comportamento: Cobras que usavam esse veneno de maneira eficaz (inoculando-o na presa) também foram favorecidas pela seleção. O comportamento se fixou como instinto, mas sem a necessidade de "saber" que o veneno é mortal.


2. Como o organismo da cobra passou a produzir veneno?

O veneno das cobras provavelmente evoluiu a partir de proteínas que originalmente tinham outra função no organismo. Por exemplo:

    Enzimas digestivas presentes na saliva podem ter começado a causar pequenos danos em tecidos de presas, facilitando sua captura.

    Com o tempo, mutações tornaram essas proteínas cada vez mais tóxicas.

    Genes que codificavam essas proteínas foram duplicados ou modificados, permitindo a especialização no veneno.


Este processo é gradual e cumulativo. A cada geração, mutações que tornaram o veneno mais eficiente (ou menos custoso para o organismo produzir) foram favorecidas.

3. Como a rosa "sabe" que o espinho causa dano?

Assim como a cobra, a rosa não "sabe" que o espinho machuca. Os espinhos também surgiram por mutações genéticas e foram mantidos pela seleção natural, porque conferiam vantagem.

O surgimento dos espinhos:

    Algumas plantas ancestrais desenvolveram mutações que resultaram em protuberâncias ou modificações nos caules ou folhas (que eventualmente se tornaram espinhos).

    Espinhos protegem contra herbívoros que poderiam comer essas plantas.

    Plantas com espinhos sobreviveram mais e se reproduziram melhor, espalhando essa característica.


Os espinhos, assim como o veneno da cobra, não surgiram como uma resposta "planejada" pela planta. Eles são o resultado de variações aleatórias selecionadas porque foram benéficas no contexto ambiental em que a planta vivia.

4. O papel da seleção natural e por que parece "planejamento"

A seleção natural é um mecanismo poderoso, mas não é intencional. O que acontece é que variações genéticas aleatórias ocorrem continuamente em todas as espécies. Algumas dessas variações conferem vantagens de sobrevivência ou reprodução, e essas vantagens são passadas adiante.

O que dá a impressão de planejamento é o seguinte:

    Complexidade acumulada: Características evoluem ao longo de milhões de anos, com pequenas mudanças incrementais que se acumulam até formar estruturas ou comportamentos complexos.

    Aparente sofisticação: A seleção natural "testa" bilhões de combinações ao longo do tempo, e as que funcionam melhor são as que permanecem.


5. Por que a seleção natural é suficiente para explicar isso?

Embora a seleção natural pareça simples, sua eficácia vem de três fatores principais:

    Variação genética: As mutações criam diversidade nas populações.

    Pressão seletiva: O ambiente "seleciona" as características que funcionam melhor.

    Tempo: A evolução opera em escalas de tempo muito longas, permitindo que mudanças pequenas se acumulem.


Quando observamos as adaptações hoje, como veneno ou espinhos, elas parecem planejadas porque só vemos o resultado final. No entanto, elas são o produto de incontáveis passos intermediários, onde cada passo conferiu uma ligeira vantagem.

Analogias úteis

Uma boa analogia é a escultura por erosão. Imagine uma rocha que é esculpida pela água ou vento ao longo de milhões de anos. Não há "planejamento" na ação da água, mas o resultado pode parecer intencional. O mesmo acontece na evolução: pequenas mudanças acumuladas criam complexidade e funcionalidade.

Outra analogia é o processo de tentativa e erro. Imagine uma máquina que testa todas as combinações possíveis para resolver um problema. A evolução é como essa máquina, mas com a "memória" de guardar as combinações bem-sucedidas para as próximas gerações.

Se quiser, posso detalhar algum aspecto específico ou falar sobre outro exemplo evolutivo que você considere interessante!

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>> Por favor, comente outros exemplos evolutivos que resultaram em recursos inesperados aos seres que evoluíram.

===================


ChatGPT

Certamente! A evolução é repleta de exemplos fascinantes de adaptações inesperadas, que parecem quase "sobrenaturais" à primeira vista, mas que têm explicações baseadas na seleção natural e nas pressões do ambiente. Aqui estão alguns casos incríveis:

1. O Olho Composto dos Insetos

Por que é inesperado?

Os olhos compostos de insetos (como os de libélulas e moscas) consistem em milhares de pequenas lentes individuais chamadas omatídeos, cada uma funcionando como uma unidade de visão. Esses olhos permitem aos insetos detectar movimentos incrivelmente rápidos e enxergar em várias direções ao mesmo tempo.

Como isso evoluiu?

Os olhos compostos começaram como simples células sensíveis à luz em organismos ancestrais. Ao longo do tempo:

    Algumas células formaram grupos organizados, melhorando a capacidade de perceber a luz e a direção.

    Pequenas lentes começaram a evoluir sobre essas células, ajudando a focar a luz.

    A multiplicação dessas unidades (omatídeos) permitiu que a visão abrangesse mais direções e detectasse movimentos com maior precisão.


Isso é uma solução impressionantemente diferente da dos olhos humanos, mas igualmente eficaz para os desafios enfrentados por esses animais.

2. Mimetismo: A Borboleta Monarca e a Borboleta Vice-Rei

Por que é inesperado?

A borboleta monarca é tóxica para predadores devido ao consumo de plantas tóxicas durante sua fase de lagarta. A borboleta vice-rei, que não é tóxica, evoluiu para se parecer visualmente com a monarca, enganando predadores que a evitam pensando que é venenosa.

Como isso evoluiu?

    Predadores aprendem a evitar certas cores e padrões associados a veneno ou toxinas.

    Algumas populações de borboletas vice-rei nasceram com padrões que lembravam os da monarca.

    Essas borboletas sobreviveram mais e passaram os genes de sua coloração adiante, resultando no mimetismo.


Esse tipo de adaptação é chamado de mimetismo batesiano, onde uma espécie inofensiva se "disfarça" como uma perigosa.

3. A "Tirolesa" da Aranha Darwin’s Bark Spider

Por que é inesperado?

Essa aranha, nativa de Madagascar, produz a teia mais resistente do mundo. Sua seda é até 10 vezes mais forte que o aço por unidade de peso, e a aranha usa isso para construir redes gigantescas sobre rios e lagos, algumas com mais de 25 metros de largura.

Como isso evoluiu?

    Aranhas que conseguiram capturar presas em áreas amplas (como rios) tinham maior acesso a alimento.

    Mutação após mutação, sua seda ficou mais resistente e mais longa.

    A aranha que conseguiu construir teias maiores teve mais sucesso na captura de presas, garantindo a sobrevivência da espécie.


A seda ultrarresistente dessas aranhas é um exemplo extremo de especialização.

4. O Peixe-Arqueiro e Sua "Arma de Jato"

Por que é inesperado?

O peixe-arqueiro (gênero Toxotes) é capaz de disparar jatos de água para derrubar insetos de folhas acima da água. Ele calcula a refração da luz na água para ajustar a mira, algo que parece extremamente sofisticado.

Como isso evoluiu?

    Ancestrais do peixe-arqueiro podem ter começado a se alimentar de insetos próximos à superfície.

    Peixes que conseguiam espirrar água para deslocar pequenos insetos tinham mais comida.

    O ajuste de mira (refração) foi sendo refinado ao longo de gerações, tornando o comportamento mais eficiente.


Esse comportamento impressiona por parecer que o peixe "entende" física e óptica, mas tudo é instintivo e resultado de seleção natural.

5. A Língua de Camaleão

Por que é inesperado?

A língua de um camaleão pode se projetar a uma velocidade incrível (até 3.000 metros por segundo ao quadrado) para capturar presas distantes. Ela é quase duas vezes o comprimento do corpo do animal.

Como isso evoluiu?

    Camaleões ancestrais que conseguiam alcançar presas a uma distância maior tinham uma vantagem competitiva.

    Ao longo do tempo, as estruturas musculares e elásticas da língua se especializaram, aumentando o alcance e a velocidade.

    Camaleões com maior precisão e rapidez passaram esses genes para seus descendentes.


Essa adaptação permite ao camaleão capturar presas sem precisar se mover muito, essencial para um animal que depende da camuflagem.

6. A Bioluminescência: Peixes das Profundezas

Por que é inesperado?

Muitos animais das profundezas do oceano, como o peixe-pescador (Lophiiformes), produzem luz própria por meio de bioluminescência. O peixe-pescador, por exemplo, usa um "isca" luminosa na cabeça para atrair presas.

Como isso evoluiu?

    Em ambientes profundos, onde a luz solar não penetra, a bioluminescência começou como uma mutação em genes que produzem enzimas (como a luciferase) que emitem luz.

    Peixes que usavam a bioluminescência para atrair presas ou parceiros tiveram maior sucesso reprodutivo.

    A bioluminescência também ajuda na camuflagem ou para confundir predadores.


Cada espécie que usa a bioluminescência o faz de uma maneira única, mostrando como a evolução pode "brincar" com as mesmas ferramentas.

7. Plantas Carnívoras

Por que é inesperado?

Plantas como as nepentes, droseras e Dionaea muscipula (a famosa "dionéia") capturam e digerem insetos para obter nutrientes, algo inesperado para organismos que normalmente obtêm sua energia do sol.

Como isso evoluiu?

    Em solos pobres em nutrientes (como pântanos), algumas plantas desenvolveram mutações que permitiam capturar insetos.

    Estruturas pegajosas ou modificações nas folhas (como "armadilhas") surgiram gradualmente e conferiram vantagem, já que essas plantas obtinham mais nutrientes.

    Ao longo do tempo, os sistemas de captura e digestão se tornaram mais eficientes.


A carnivoria em plantas é uma solução surpreendente para sobreviver em ambientes adversos.

8. Os Golfinhos e a "Sonar Natural"

Por que é inesperado?

Golfinhos e outros cetáceos usam a ecolocalização para "enxergar" no escuro ou em águas turvas. Eles emitem sons e interpretam os ecos para mapear o ambiente com precisão impressionante.

Como isso evoluiu?

    Ancestrais dos golfinhos que viviam em águas profundas ou escuras tiveram mutações que aumentaram a sensibilidade auditiva.

    Com o tempo, esses animais começaram a usar sons para navegar e caçar, refinando sua capacidade de interpretar ecos.

    A ecolocalização se tornou uma ferramenta essencial para a sobrevivência em ambientes onde a visão não é útil.


Esses exemplos mostram como a seleção natural, operando sobre mutações aleatórias, pode levar a soluções incrivelmente criativas. Há muitos outros casos incríveis na natureza. Algum desses chamou mais sua atenção ou gostaria de explorar outro exemplo?

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Achei no Facebook. Não há como postar o link.
[quote]I don't believe in evolution

Rather, I accept the overwhelming evidence that supports evolution. It's not a belief. It's science.



The theory of evolution stands as one of the most well-supported scientific principles, backed by an overwhelming abundance of evidence. Fossil records and genetic studies all reinforce the fact that species evolve over time.

We can also literally observe evolution. We see it in fruit flies and many other short-lived creatures. It's not something one has to "believe in." You can literally watch it happen.

Despite this, the term "missing link" persists, often misused to suggest that evolution is riddled with gaps or unresolved mysteries.

In reality, scientists have discovered numerous transitional fossils, including early human ancestors such as Sahelanthropus tchadensis (6–7 million years old), Ardipithecus ramidus (4.5 million years old), and Australopithecus sediba (1.9 million years old). These fossils, among many many others, vividly illustrate the gradual development of species over time.

What's more, no fossil has ever contradicted the theory of evolution. Among the vast number of fossils we’ve discovered (and there are many), not a single one has provided evidence that challenges evolutionary principles.

In fact, every fossil can be considered a transitional form, exhibiting traits shared with other species, further illustrating the gradual changes that occur over time.

We can debate how or why species evolve — natural selection, genetic drift, gene flow, etc. — but we know species evolve.

Comentários

Saboor Halimi

Okay Mr. I don't believe then:

How did complex, information-rich DNA sequences arise without an intelligent source?

Irreducible Complexity – How can multi-part biological systems evolve step by step if incomplete versions offer no advantage?

The Cambrian Explosion – Why did complex animal body plans suddenly appear in the fossil record with no clear ancestors?

Consciousness and Free Will – How did self-awareness, abstract reasoning, and morality evolve if they don’t directly aid survival?

Limits of Macro-Evolution – Why have we never observed one kind of animal evolving into an entirely new kind?

Origin of Life (Abiogenesis) – Why have scientists failed to create even the simplest life from raw chemicals despite decades of research?

Genetic Entropy – If mutations drive evolution, why do harmful mutations accumulate faster than beneficial ones?

Fossil Record Gaps – Why are there still missing transitional fossils between major life forms?

Fine-Tuning in Biology – How do complex, optimized biological systems arise if evolution has no foresight?

John Grist

Saboor Halimi All of the answers to your questions would be found if you had picked up a Biology book.

"How did complex, information-rich DNA sequences arise without an intelligent source?"

DNA is not complex. Its no more "information-rich" than a drop of water of the same mass, and it arose via this thing called "chemistry"

"Irreducible Complexity – How can multi-part biological systems evolve step by step if incomplete versions offer no advantage?"

Biology, No example of "irreducible complexity" has been suggested that does not have step by step evolutionary precursors (even Michael Behe admitted this in the Kitzmiller v. Dover court case)

"The Cambrian Explosion – Why did complex animal body plans suddenly appear in the fossil record with no clear ancestors?"

Evolution. New ecosystems were being utilized by life that had not entered them previously.

"Consciousness and Free Will – How did self-awareness, abstract reasoning, and morality evolve if they don’t directly aid survival?"

Not relation to Evolution at all

"Limits of Macro-Evolution – Why have we never observed one kind of animal evolving into an entirely new kind?"

We have.

"Origin of Life (Abiogenesis) – Why have scientists failed to create even the simplest life from raw chemicals despite decades of research?"

Not related to Evolution.

"Genetic Entropy – If mutations drive evolution, why do harmful mutations accumulate faster than beneficial ones?"

They don't.

"Fossil Record Gaps – Why are there still missing transitional fossils between major life forms?"

There isn't.

"Fine-Tuning in Biology – How do complex, optimized biological systems arise if evolution has no foresight?"

Because there are no "optimized biological systems". There are just systems that work "good enough". Exactly what evolution would do.
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A evolução das espécies foi intuída por Darwin com base na análise de fósseis e de espécies vivas.

Na época, ainda não se sabia nada sobre o DNA, mas, de lá para cá, não apenas apareceram muito mais evidências fósseis como o mecanismo das mutações foi explicado.

Ninguém estava lá para ver essa evolução acontecendo, portanto não se pode falar em "prova", mas sim em "validação".

A teoria é hoje aceita pela comunidade científica porque:

- Ela explica satisfatoriamente as evidências encontradas

- Não há, até agora, nenhuma evidência em contrário

- A teoria permite previsões que se confirmam

- Entendemos como a evolução funciona, portanto ela não é mais uma hipótese e sim um fato

- A evolução continua acontecendo, diante de nossos olhos, e somos capazes de reproduzi-la

- Se acontece hoje, nada impede que tenha acontecido ao longo de bilhões de anos

Portanto a coisa se inverteu: não é mais a ciência que precisa provar que a evolução aconteceu e sim seus detratores, baseados em crendices de povos primitivos, que têm que provar que a ciência está errada.

Mas eles sabem que a hipótese de um deus criador se baseia em fé e o que lhes resta é procurar defeitos na ciência, denunciar fraudes isoladas (sim, elas acontecem, só que os próprios cientistas as desmascaram), questionar probabilidades e até mesmo distorcer os fatos e os conceitos.

De qualquer forma, se um dia um fato novo conflitar com a teoria aceita, a ciência simplesmente buscará uma teoria que explique também esse fato novo. Mas o Gênesis permanecerá sendo o que sempre foi: apenas mais um mito da criação de povos primitivos.

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Crentelho qualquer no RéVO senhor disse: como não pode  funcionar sem ser o todo? Tive vontade de dizer a ele para tirar peças do motor do carro e sair por ai, mas percebo que nem se dão ao trabalho de ver o vídeo, por isso argumentos pífios são tecidos...cansei disso.


O conceito de "complexidade irredutível" se aplica, por exemplo, a um relógio, que foi projetado desde o zero para ser um relógio. Se qualquer engrenagem for removida, todo o conjunto enguiça, já que contém apenas o mínimo necessário de peças de que precisa para funcionar.

O motor de um carro não é uma boa comparação. Afinal, ele pode funcionar mesmo que faltem várias peças, ainda que perca eficiência.

Já o olho ou a tal salmonela não foram projetados por alguém tendo em vista a configuração final.

Cada elemento acrescentado por uma mutação favorável foi mantido porque já resultava num "produto" completo e funcional (e não em algo incompleto aguardando novas mutações).

Mais tarde, outro elemento ou modificação foi acrescentado sobre essa base, resultando em mais um "produto" completo e funcional, e assim por diante.

Mas os criacionistas insistem em interpretar a evolução como se o olho tivesse ficado sem função durante milhões de anos enquanto as mutações se acumulavam até que todas as peças estivessem presentes e, só então o olho começasse a funcionar.

A verdade é que ele começou a funcionar desde a primeira mutação, aquela que criou uma célula sensível à luz, ficando mais eficiente a cada mutação.
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https://www.visualcapitalist.com/path-of-human-evolution/


Excelente infográfico!

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Excelente infográfico!

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Péssimo infográfico!

Esse infográfico é apenas uma versão mais elaborada da icônica 'Marcha do Progresso', que Stephen Jay Gould criticava duramente por reforçar uma visão errônea da evolução como um processo linear e direcionado. Apesar dos detalhes adicionais, ele ainda transmite a falsa ideia de que a evolução tem um objetivo final, coloca os humanos no topo como 'resultado' da evolução e sugere que formas anteriores eram menos evoluídas, em vez de simplesmente adaptadas a seus respectivos ambientes. Além disso, perpetua o erro comum de que os chimpanzés seriam nossos ancestrais, quando na verdade são nossos primos evolutivos.

Vida Maravilhosa - Stephen J. Gould

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Excelente infográfico!

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Péssimo infográfico!

Esse infográfico é apenas uma versão mais elaborada da icônica 'Marcha do Progresso', que Stephen Jay Gould criticava duramente por reforçar uma visão errônea da evolução como um processo linear e direcionado. Apesar dos detalhes adicionais, ele ainda transmite a falsa ideia de que a evolução tem um objetivo final, coloca os humanos no topo como 'resultado' da evolução e sugere que formas anteriores eram menos evoluídas, em vez de simplesmente adaptadas a seus respectivos ambientes. Além disso, perpetua o erro comum de que os chimpanzés seriam nossos ancestrais, quando na verdade são nossos primos evolutivos.

Vida Maravilhosa - Stephen J. Gould

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Onde tem chimpanzé nesse infográfico?

Vejo Proconsul, Pierolapithecus, Ouranopitecus... Podem até parecer, mas não são chimpanzés.

Concordo com a critica a linearidade do processo e do humano como produto final.

Mas ainda assim é util, pois mostra como certas caracteristicas-chave apareceram pela primeira vez, em que seres e em que época. Mostra interessantes fósseis transicionais como o Tiktaalik, Pikaia e Carpolestes. Alguns eu não conhecia.

Então pode funcionar como um chamariz para mentes curiosas, que se embrenhando pelo assunto poderão eventualmente se deparar com as ressalvas do Gould e de outros e perceberão as limitações do infográfico.

Mesmo deixando a desejar ainda está a anos-luz de qualquer coisa que a DI possa oferecer.

Não diria nem que é excelente, nem que é péssimo.
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Esse infográfico é apenas uma versão mais elaborada da icônica 'Marcha do Progresso', que Stephen Jay Gould criticava duramente por reforçar uma visão errônea da evolução como um processo linear e direcionado. Apesar dos detalhes adicionais, ele ainda transmite a falsa ideia de que a evolução tem um objetivo final, coloca os humanos no topo como 'resultado' da evolução e sugere que formas anteriores eram menos evoluídas, em vez de simplesmente adaptadas a seus respectivos ambientes. Além disso, perpetua o erro comum de que os chimpanzés seriam nossos ancestrais, quando na verdade são nossos primos evolutivos.

Vida Maravilhosa - Stephen J. Gould

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1. O infográfico não diz que a evolução foi direcionada, apenas mostra como ocorreu. E não diz que os humanos são o topo.

2. Sim, o infográfico mostra apenas os detalhes principais do processo que levou ao ser humano, omitindo todas as ramificações e interações entre elas. Algo como ignorar os milhares de antepassados em nossa árvore genealógica e mostrar apenas uma pessoa por geração, selecionada por critérios convenientes. Mas nem por isto é falso.

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